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Durante anos, a existência da magia e dos próprios bruxos fora mantida em segredo, com os cuidados do Ministério da Magia. Mas agora, algo ameaça isso que eles tanto prezam. O que pode acontecer se as opções escolhidas no passado colocarem em risco o futuro?

Nos últimos tempos, o controle de criaturas mágicas tem sido muito mais rígido, devido às ações de segurança do, então eleito, novo ministro da magia. Segundo ele, essas criaturas inferiores não necessitam de metade dos direitos impostos por seu antecessor.

Seguindo suas ordens, o Ministério passou a controlar o número de indivíduos de cada raça, assim como demarcar o seus territórios mais rigidamente. Com o controle e o território rigidamente estruturados, as condições foram de mal a pior, e como conseqüência algumas raças começaram a se rebelar.

A noticia da extinção de uma delas incentivou a criação de um grupo contra o ministério. O profeta diário, diz ser de fonte segura a informação publicada na edição do dia 29 de Setembro de 2052, a qual afirma que há no mínimo dois representantes de cada raça, aparentemente liderados por um centauro.

Murmúrios levaram os acontecidos até Azkaban, mesmo o ministro tentando pessoalmente abafar o caso. O movimento nas poucas celas ocupadas começaram a surgir, e pouco tempo depois houve uma inevitável fuga, ocasionada pela falta de atenção do ministério para com a vigilância de seus prisioneiros.

Apesar dos grandes esforços na busca, alguns deles ainda não foram encontrados, e por esse motivo o ministério precisou se manter alerta para este fato também. Os problemas começaram a surgir e estão cada vez pior, as esquinas nunca foram tão ameaçadoras. E agora, o Ministério sozinho já não é o suficiente.


Período - What's going on now?


Dia: 23/11/2052, Sábado
Início do Período: 29/05/2010
Fim do Período: 25/07/2010
Tempo:
11°C, tempo frio com ventos se intensificando no meio da tarde, céu aberto.
Lua: Cheia
Ações: - Visitação ao povoado de Hogsmead
- Ações da trama
- Outras ações diversas
Aulas: Período livre de aulas






Rodrigo
Felipe
Amily
William
Amanda
Ramires



Slytherin 149
Gryffindor 085
Ravenclaw 111
Hufflepuff 108




The Star

Sorata Matsuri
A pirralha. Dentre as pessoas ali ela seria a primeira que eu imaginaria negando-se a aparecer. Kamui rodou os olhos quando encerrei a conversa amigável que estávamos tendo e fui na direção da mesa. Do modo silencioso que me aproximei, seria improvável que ela tivesse notado minha aproximação, já que estava de costas.

- pensei que seria a última pessoa que veria por aqui... – comentei, quando estava próximo, cruzando os braços enquanto observava sua figura.


The Villain

Lúcifer Deimos
- Você agindo desta maneira me parece mais um gatinho acuado do que um anjo , Gabriel.

Lucifer riu da tentativa falha de gabriel de lhe assustar e com a mão que ainda lhe prendia voltou a lhe prender conta a parede desta vez apertando seu corpo contra a mesma, e fazendo com que a Varinha do Enkelis caísse no chão.

- Não precisa ter medo, deixe-me começar e você vai pedir por mais.


The Gentleman

Ongaku Matsuri
- Calma, calma... eu tenho um plano! - fez uma pausa imaginando que palavras usar - Você deve ter percebido que eu andei sumido por estes tempos, não? É por que eu estava treinando uma magia antiga, é uma técnica antiga que já foi usada por alguns bruxos muito poderosos para defender seus tesouros. - achou melhor não comentar que foi usado, também, para eliminar inimigos - Eu aprendi a fazer inferis! A frase saiu muito pior do que ele havia imaginado, agora ele parecia ser um maníaco. Magia das trevas, quebrar regras básicas do colégio e se colocar em risco. O mal estava feito, nada mais se podia fazer, a não ser esperar para ver o que o primo acharia disto.

The Lady

Júlia de Andrade
Mas antes de subir, encontrei com Seto. Ele parecia meio indeciso sobre de onde assistir o jogo e eu realmente tive de sorrir com isso. Ele era um grifinório, o natural seria torcer pelos vemelhinhos, mas Marcelo era um dos melhores amigos dele e primo e Akane... Bom Akane era a irmã dele.

Acho que realmente ficar na arquibancada da grifinória e acabar acidentalmente ouvindo alguém incitar um batedor a lançar um balaço nela não seria algo lá muito saudável para ele... Ou para quem disse tal coisa, óbvio.

- hn... Sabe, você podia esquecer da sua casa e subir comigo – disse apontando a arquibancada da corvinal. - melhor que ficar indeciso no meio do caminho. Eu sei que você vai acabar torcendo pelo Marcelo e a Akane de qualquer maneira... – disse dando de ombros.


The Comedy

Kimihiro Matsuri
Eu quero ver, quero quero quero quero quero! Nhaaa será que meu Onii-sama deixaria eu ver o caderninho dela? '0' Não custa perguntar né? Afinal, quem tem boca vaia a Roma, no caso, fala com o irmão misteriiii~

Logo ela saira da biblioteca e eu ficara sozinho com Sorata. Pela primeira vez no dia estávamos a sós e juntos. Assim pude fazer aquilo que eu queria fazer desde manhã cedinho. Abraçar meu irmão com força até esmagar ><'' Um abraço forte e quente era o que eu costumava dar em meu irmão quando estávamos juntos. Eu me sentia confortavel perto dele, protegido literalmente '0'

-Aquela pasta, me deixou confuso. Desde quando você escreve partituras? Não me contou algo assim, que cruel ;3;''


The Romance


Guilherme de Andrade e Gabriel Enkelis
- É só um abraço... Certo? – perguntou, um pouco de hesitação era visível no tom de sua voz o qual Gabriel provavelmente notou.

– Não Guilherme, é só um pretexto para eu te agarrar aqui mesmo e te beijar... – Disse Gabriel serio para Guilherme quando o mesmo questionou o seu pedido de abraço, depois um sorriso bem calmo apareceu no rosto do sextanista. – Brincadeira. - antes que se arrependesse da sua decisão ou Gabriel continuasse a falar, Guilherme encurtou a distância, o abraçando de uma vez.

Era ao mesmo tempo estranho, mas nostálgico. Parecia ao mesmo tempo certo e errado... E ele não conseguia definir aquela situação com palavras por que, sempre que tentava, elas pareciam contraditórias demais...


The Moment

Telbalt Yura
Logo ele notara que alguém começara a cair da vassoura. Mas que coisa, mal começara a temporada de Quadribol e Tebalt já teria a chance de atacar alguém que sanguraçe no meio do campo. Seria uma cena épica. O vampiro lutando para se controlar enquanto aquele sangue fresco escorrega sobre a grama molhada pela chuva de madrugada. Seria uma sensação de extremo agrado...Prazer. Afinal, não havia nada melhor que o sangue fresco de alguém.

-Será que ela chega ao chão...?-Falou bem baixinho e mentalmente torcia para que sim, queria sangue...Queria muito sentir o cheiro, só de pensar já começava a sofrer as alterações corporais.





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 Ayame Katani

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AutorMensagem
Ayame Katani
Zõkori - 7º ano
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Ayame Katani

Número de Mensagens : 32
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Força : 3
Agilidade : 6
Equilíbrio : 3
Mira : 4
Reflexo : 5
Inteligência : 8
Riqueza : 10
Raça : Humano / Sangue-puro
Ano :
Casa : Zõkori
Quadribol : Artilheira
Característica Especial : The Katani's Family
Característica Especial : Animaga (cavalo)
Player : Amanda-chan

MensagemAssunto: Ayame Katani   Sex Jan 23, 2009 8:46 am

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA ALUNOS

..:: Dados do Player ::..



Nome: Amanda
Idade: 18
E-mail ou MSN: amanda_loves_hyoga@hotmail.com
Cidade: Porto Alegre
Joga Rpg? Se sim, onde? Eu sou uma das Admin disso aqui ¬¬


..:: Personagem ::..



Nome: Ayame Katani
Idade: 16, logo fará 17
Raça: sangue-puro
Data de Nascimento: 27/12/2079
Local de Nascimento: Tóquio, Japão


..:: Atributos ::..


Família Katani: 4 em riqueza +1 em reflexo, +1 em mira e +2 em inteligência
Animagia: + 3 pontos a distribuir

Força: 3
Agilidade: 6
Equilíbrio: 3
Mira: 4
Reflexo: 5
Inteligência: 8
Riqueza: 10


..:: Família ::..



Pai: Kazuma Haaki Katani
Mãe: Hanna Mitsuuri Katani
Irmãos: a irmã mais nova, Kayame, e o irmão mais velho, Hatori.
Outros parentes: nenhum que faça diferença para ela
Situação financeira da família: Está brincando? Os Katani são a família mais rica de todo o Oriente, com uma enorme influência no ministério e na sociedade em geral. A mansão Katani, por si só já mostra o nível altíssimo de vida ao qual a família está acostumada.


..:: Descrição Física ::..



Olhos: Azul meia-noite, como os de todos os Katani
Cabelo: negros, porém dependendo da luz podem aparentar serem castanho-escuro, lisos e compridos, atualmente sem franja.
Altura: 1,71m
Estrutura do corpo: corpo nem muito esguio, mas também sem ser exagerado, com as medidas certas nos locais certos, pele pálida e sem manchas, dedos finos e longos, pernas longas e finas, porte aristocrático natural.
Avatar: Riyo Mori


..:: Descrição Psicológica ::..



Personalidade:
Na maior parte do tempo: Ayame é o tipo de pessoa que é tímida, muito tímida com quem não conhece, mas que fica muito mais solta e espontânea quando já conhece a pessoa há algum tempo. Ainda assim, é bastante fechada, mas de um modo sutil, que normalmente as pessoas não percebem. Quando está braba, ela normalmente guarda a raiva para descarregar voando ou treinando quadribol, então cuidado se você treinar ou jogar como goleiro adversário a ela quando ela está braba, isso pode acarretar um umas boas contusões. As maiores contradições de sua personalidade sempre se manifestam quando ela está com Toshi, sua 'querida' sombra ambulante e tagarela. É estudiosa, não é a maior adepta da bagunça, mas também não faz o gênero de monitora certinha que corta o barato dos outros, às vezes se divertindo com o que os outros fazem.

Com a família: Ayame, apesar crescer em meio a todos os valores dos sangues-puros e luxo, não se dá bem com a família, sendo considerada a ovelha negra da família (pessoalmente acredito que seja o contrário, mas enfim...) por simplesmente contrariar os valores dos parentes, acreditando que uma pessoa é muito mais que o montante em sua conta bancária ou uma árvore genealógica. Isso causa claro, brigas e mais brigas com os pais e os irmãos, que não entendem (e nem sequer tentam entender) o lado dela. A situação em casa é absolutamente insuportável para ela, de modo que ela realmente prefere e muito Shiruiki a ficar em casa, afinal lá ela tem amigos e não precisa agüentar os pais e irmãos a buzinar em seu ouvido. Bom ela ainda tem que agüentar a irmã, mas isso é contornável uma vez que são de casas diferentes.
Anseios: ter sua independência da família conquistada
Medos: que os pais lhe arranjem um casamento arranjado...


..:: Shiruiki ::..



Teste para escolha da casa (coloque apenas a letra das alternativas escolhidas na ficha)

1. Você vê uma pessoa sendo assaltada. Você...

b) Liga para a polícia. Afinal esse trabalho é deles, não seu.

2. Qual desses itens chama mais a atenção em uma pessoa para você?

a) sabedoria

3. O jogo trouxa que você mais gostaria de jogar é...

b) Xadrez

4. A profissão que mais se adequaria a você no mundo trouxa é...

a) Cientista

5. Se você estivesse sendo procurado por algum motivo, qual seria?

e) Alguém me procurando? Então porque não pergunta para essa pessoa em vez de me fazer perder meu tempo?

Ano:
Quadribol: Artilheira
Monitoria: não
Vassoura: Firebolt 8
Varinha: Cerejeira, pena de fênix azul do ártico (muito rara), 32 cm, meio flexível. Muito boa para encantamentos e transformações. A cor é azul gelo, com alguns cristais incrustados no cabo, embelezando e concentrando a energia mágica.
Animal de Estimação: um gato preto, com olhos azul gelo e pelo fofo, daqueles que dá vontade de apertar que é chamado de Kurai.


..:: Extras ::..



[size=10]Características Especiais: Membro da Família Katani
Características Especiais: Animaga
Objeto Mágico: não tem

“Another History, uma aventura pelo mundo da magia japonesa que vai conquistar você.”
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Ayame Katani
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MensagemAssunto: Re: Ayame Katani   Sex Jan 23, 2009 8:52 am

..:: História ::..


The Katani’s Story

Os Katani são a família puro-sangue mais tradicional e rica de todo o Japão e uma das maiores de todo o Oriente. O orgulho de um Katani é poder afirmar que nem uma mísera gota do seu sangue foi, de algum modo, 'contaminada' com sangue-ruim (não mágico).

A origem da família remonta ao período do Japão feudal, em 1650. Nessa época, o fundador da casa dos Katani, o samurai Haku Katani, um bruxo excepcional que podia utilizar magia sem varinha e aplicava em seus inimigos poderosos golpes de espada potencializados com feitiços poderosíssimos, casou-se com uma princesa, também bruxa, de nome Iyashi Himeiji (note que os Himeiji são uma família bruxa tradicional que também existe até hoje).

Durante séculos, os Katani relacionaram-se com as mais honradas famílias puros-sangues japonesas, tendo o cuidado de manter o nome Katani predominante, sobrevivendo aos séculos com casamentos entre primos em tempos que o nome ameaçara sumir. É interessante que, apesar das inúmeras ramificações da família, apenas duas chegassem a se propagar com sucesso.

Na ponta atual de uma destas duas ramificações, é possível encontrar o nome da nossa protagonista, Ayame Katani, logo após o nome predominante e que levará adiante o nome da família, seu irmão 3 anos mais velho, Hatori Kazuma Katani, seguido em seguida pelo nome de sua irmã três anos mais nova, Kayame Katani.

A nossa protagonista, porém talvez seja a descendente mais rebelde da família se séculos de tradição. Porém nunca em toda a sua árvore genealógica, um Katani deixou de honrar suas tradições e seu sangue ou foi excluído da família. Para os que tentam rebelar-se, só resta uma alternativa: a morte. A história dessa família mostra ao longo dos séculos que os membros mais rebeldes da família sofreram trágicas mortes “acidentais”, mas nunca foi realmente provado que fosse um parente do próprio que fizera o serviço. A influência da família cobria todos os pontos soltos da teia, os Katani não aceitavam um ponto escuro em sua tapeçaria e muito menos que seu sangue se misturasse ao de mestiços e trouxas.

Os Katani tem inúmeras posses e são muito influentes perante o ministério da magia japonês. Tudo que um Katani quer ele consegue, não importa o quanto absurdo seja.

Este é um reduzido histórico dos Katani, uma das mais importantes famílias bruxas do oriente, e a mais rica, com toda a certeza...


The Ayame’s Story

Ayame nasceu em uma noite de lua cheia, em que o brilho desta ofuscava toda e qualquer estrela que se fosse observar no céu.

Era, obviamente, o acontecimento do ano. Kazuma Haaki Katani queria uma menina, pois seu primogênito, Hatori Kazuma Katani, era o filho perfeito e ele não tinha porque querer mais. Seu desejo se realizou e nasceu, após um complicado parto, uma linda menina com olhos azuis como a cor noite no momento: meia noite. Deram-lhe o nome de Ayame o que significava, literalmente, 'olhos do céu noturno'. Todos os Katani tinham aquela rara coloração no olhar, era praticamente uma marca registrada da família. Qualquer um que carregasse aqueles olhos azuis e o nome dos Katani, com certeza não precisaria se preocupar com mais nada na vida. Com toda a riqueza da família e a mais alta influência, um Katani mal precisava verbalizar um pedido para que ele se tornasse real, fosse qual fosse este.

Desde muito pequena, Ayame foi paparicada pelo pai ao extremo, mas de certo modo um pouco ignorada pela mãe. Ninguém sabia o motivo, mas a mãe era fria com a menina dos olhos de noite, apesar de brincar com ela e cuidar dela (com muitas criadas fazendo as partes como dar banho, dar de comer, colocando pra dormir, trocando fraldas, etc.), Hanna Mitsuuri Katani era o mais fria possível com a filha. Sendo assim, Ayame apegou-se muito mais ao pai que a mãe.

Ayame era filha comportada, que acreditava em tudo que o pai falava e seguia as normas à risca, sem reclamar. Afinal, se o pai lhe afirmava que eles, Katanis, eram superiores a quaisquer outros que ela pudesse encontrar e que os trouxas e sangue-ruins eram a escória, os ursupadores do poder mágico (os sangue-ruins) e destruidores do planeta (trouxas), então estava claro para a pequena que era aquilo mesmo.

Quando a pequena tinha seus três anos, ganhou uma irmã: Kayame.

Ayame não gostou nem um pouco de ter de dividir a atenção do pai com a irmã, que era tão pequena (e sem a mínima graça em sua opinião) e frágil, com os mesmos olhos brilhantes da cor do céu à meia noite a olhar o mundo a sua volta. Por um período de tempo, ela realmente se comportou como uma menina extremamente mimada que agora começava a conhecer limites, o que era absurdo, porque não era porque ela tinha agora uma irmãzinha que o pais deixava de lhe dar atenção, apenas... Oras dava também uma parte de sua atenção agora à caçula, que ainda era apenas um bebê.

Ayame também se sentia insegura quanto a se o pai gostava mais dela ou da irmã pelo fato de Hatori sempre ficar lhe dizendo que o pai nem gostava mais dela, que ela era dispensável e outras coisas realmente irritantes que um irmão mais velho gosta de fazer para torturar sua irmã mais nova.

E Ayame acreditava, esse era o problema.

Nos dois anos que se passaram, no entanto, Ayame começou a perceber que na realidade ela não tinha porque temer que o pai deixasse de gostar dela para gostar da irmã como o irmão insistia em lhe dizer, afinal junto com a idade, sua inteligência e compreensão do mundo ao seu redor crescia e Ayame era uma garota realmente muito inteligente.

E tudo estava em ordem na família Katani, mas por quanto tempo?

Certa vez, Ayame estava passeando pela Tóquio com os pais e, quando acabou ficou com a mãe enquanto o pai e o irmão iam à loja de artigos para quadribol, acabou por perder-se (fato propositalmente facilitado pela mãe, que não se importava com a menina) em meio à Tóquio trouxa, sem dinheiro ou qualquer referência, rosto conhecido ou qualquer coisa que a ajudasse a voltar para casa. Ela tinha seis anos, e estava terrivelmente assustada com o que os terríveis trouxas fariam com ela caso a percebessem.

Caminhando rua por rua durante toda a tarde, Ayame ficou a desesperar-se, principalmente quando começou a chover torrencialmente, sujando e encharcando suas vestes finas e incondizentes com o clima, o que a fazia tremer de frio.

Porém a sua salvação foi um velho senhor trouxa, que vinha curvado, apoiando-se em uma bengala gasta com um guarda-chuva aberto na outra mão. Ele abordou a menina gentilmente e a levou até sua casa, onde lhe deu roupas secas da sua falecida esposa para a menina vestir e lhe fez um chá.

Apesar de amedrontada por estar na companhia de um trouxa, o que Ayame não pôde deixar de reparar foi que o velho trouxa não a maltratou, lhe fez qualquer mal, muito pelo contrário, lhe foi gentil, deu casa e abrigo quando ela estava sozinha, perdida na chuva e lhe contou algumas histórias.

O velho Vovô (apelido sugerido por ele mesmo que a garotinha não tardou em aceitar utilizar) morava sozinho desde a morte de sua esposa, era humilde, não tinha dinheiro pra quase nada o que surpreendeu a pequena, uma vez que ele estava lhe dando comida e abrigo, o que com certeza custaria muito para ele. Sua neta não se preocupava muito com ele, quase não aparecia e morava muito longe e sua filha já havia morrido também. Ele era solitário, pobre, humilde, mas continuava sendo muito bondoso e caridoso.

Mesmo depois de conseguir voltar para casa, Ayame não pôde deixar de pensar no velho Vovô: ele não era nada do que o pai havia lhe falado, era uma pessoa muito gentil e amável, mais até que sua mãe a qual carregava o sobrenome Katani ou, se bobear, que seu pai, que nasceu como um Katani e viveu toda a vida como um e a paparicava de monte.

Desde então, Ayame desenvolveu um estranho (para a maioria dos bruxos que viam de fora) e desesperador (para os pais que não entendiam como isso estava acontecendo) interesse pela cultura trouxa. Sempre que podia, Ayame ia visitar o velho Vovô, sempre levando o que podia de dinheiro da sua mesada (trocado no banco por dinheiro de trouxa) para ajudar o velho, como um presente, que o velho sempre recusava, dizendo que ela devia gastar comprando coisas para si.

De tudo Kazuma Haaki Katani tentou para fazer a filha compreender que os trouxas eram a escória que devia ser eliminada da face da Terra, mas nada adiantou. Ayame cada vez mais se tornava uma convicta amante de trouxas, embora seus pais tentassem de tudo, cortes de mesada, castigos, proibições e vários outros métodos falharam miseravelmente, até o dia em que Kazuma descobriu as visitas da pequena ao velho trouxa e ameaçou matar o “Vovô”. Para salvar o velho Vovô, Ayame concordou em ao menos 'fingir' não ser uma amante de trouxas e, para ter certeza de cortar quaisquer vínculos da filha com o mundo não-mágico, Kazuma fez a família mudar-se de Tóquio para Kyoto.

Aos onze anos, Ayame recebeu a tão esperada carta pela família de qualquer criança bruxa japonesa, a carta de convocação para estudar na Academia de Magia de Shiruiki, a maior escola de magia Japonesa, que é secularmente onde todos os grandes bruxos japoneses se formaram, tendo sua origem datada de antes de 900 D.c. Como prêmio, ganhou um animal, um gato preto, muito fofo, com pelo macio e olhos azul gelo, o qual Ayame deu o “criativo” mas prático nome de Kuroi (negro).

Os primeiros anos em Shiruiki foram comuns para Ayame, que fazia tudo para “não envergonhar a família”, além de ser uma ótima estudante e excelente jogadora de quadribol na posição de artilheira. Seu único “porém” no colégio era um incômodo colega um ano mais novo que ela, Toshi Kazuma Sakurazuka...

Nas férias do seu quarto ano, Ayame viajou com a família para Tóquio, a fim de visitar alguns amigos de seu pai e aproveitou para escapulir e procurara o velho Vovô. Porém, ao chegar à casa do seu amigo, não o encontrou. Estranhou e perguntou aos vizinhos até descobrir a verdade: o Vovô havia morrido na noite que ela partira para Nagazaki, vítima de sabe-se-lá-o-quê que os médicos não identificaram. Imediatamente Ayame ligou essa morte ao feitiço Avada Kedavra, e, em seguida, ao pai.

Quem mais usaria um Avada para matar o velho senhor se não ele?

Quando o questionou sobre o assunto o pai confessou com orgulho que tinha eliminado aquele trouxa da face da terra. Apartir dali, a relação da garota com os pais se tornou mais que simplesmente conturbada, mas sim chegou ao limite, sendo que não era nem um pouco raro que as refeições da família fossem regadas a discussões sobre os ideais em conflito.

Enquanto isso, na escola, Ayame agora tinha outros pensamentos passando por sua cabeça. Afinal ela era uma garota de 14 anos e em seu ano Havia um garoto muito popular do qual ela não conseguia desviar seus pensamentos.

Hatsuharu Himura era o perfeito cavalheiro, inteligente, ótimo jogador de quadribol goleiro e capitão de seu time. O garoto super-popular da Academia e a garota tímida e nerd. Parece-lhe por algum acaso clichê? Bom, era mesmo, mas Haru tinha um único defeito visível: ele era um rapaz de muitas namoradas, um mulherengo melhor dizendo.

E junto com essa paixão pelo garoto popular veio o pior pesadelo de sua vida escolar: Sae Himura, a irmã apenas alguns meses mais nova de Hatsuharu, que resolveu pegar Ayame para santo, e como era a garota mais popular dom colégio logo ser sua inimiga era o pior dos pesadelos. Porque disso? Oras, Ayame não sabia, mas haviam vários motivos, dentre os quais que sua “adorada irmãzinha e Sae eram colegas e amigas.

E vá Ayame a agüentar tudo isso. Ao mesmo tempo em que, Toshi continuava a para que fossem amigos. O metamorfomago, aliás, não se dava nada bem com Haru, de modo que assim conflitos eram comuns entre os dois, mesmo que Toshi fosse realmente a criatura mais pacífica de toda a escola.

Como no Japão, o ministério de lá e menos duro com relação a leis, não é preciso um bruxo japonês passar por um rigoroso controle do ministério para se tornar animago, sendo que até a própria escola mais tradicional faz um curso opcional para quem deseja se tornar um a partir do 5° ano.

Ayame participou desse curso e conseguiu, graças a uma facilidade natural em transfigurações, tornar-se uma animaga. O animal em que se transforma é um cavalo negro de lindos olhos azuis meia-noite. Às vezes, Ela gosta de simplesmente se transformar em sua forma animaga e sair galopando por algum lugar deserto, para esquecer mágoas, preocupações ou problemas de qualquer tipo. Ali, naquela forma ela é livre e nada mais importa.

Agora, em seu sétimo ano e com as relações familiares sempre cada vez piores, Ayame não sabe o que esperar desse ano letivo que se inicia, mas claro que torce para ter uma chance com Haru, claro.

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MensagemAssunto: Re: Ayame Katani   Sex Jan 23, 2009 9:09 am

Aprovadíssima, a senhorita vai para Zõkori, a casa dos sábios
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MensagemAssunto: Re: Ayame Katani   

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Ayame Katani
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