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Durante anos, a existência da magia e dos próprios bruxos fora mantida em segredo, com os cuidados do Ministério da Magia. Mas agora, algo ameaça isso que eles tanto prezam. O que pode acontecer se as opções escolhidas no passado colocarem em risco o futuro?

Nos últimos tempos, o controle de criaturas mágicas tem sido muito mais rígido, devido às ações de segurança do, então eleito, novo ministro da magia. Segundo ele, essas criaturas inferiores não necessitam de metade dos direitos impostos por seu antecessor.

Seguindo suas ordens, o Ministério passou a controlar o número de indivíduos de cada raça, assim como demarcar o seus territórios mais rigidamente. Com o controle e o território rigidamente estruturados, as condições foram de mal a pior, e como conseqüência algumas raças começaram a se rebelar.

A noticia da extinção de uma delas incentivou a criação de um grupo contra o ministério. O profeta diário, diz ser de fonte segura a informação publicada na edição do dia 29 de Setembro de 2052, a qual afirma que há no mínimo dois representantes de cada raça, aparentemente liderados por um centauro.

Murmúrios levaram os acontecidos até Azkaban, mesmo o ministro tentando pessoalmente abafar o caso. O movimento nas poucas celas ocupadas começaram a surgir, e pouco tempo depois houve uma inevitável fuga, ocasionada pela falta de atenção do ministério para com a vigilância de seus prisioneiros.

Apesar dos grandes esforços na busca, alguns deles ainda não foram encontrados, e por esse motivo o ministério precisou se manter alerta para este fato também. Os problemas começaram a surgir e estão cada vez pior, as esquinas nunca foram tão ameaçadoras. E agora, o Ministério sozinho já não é o suficiente.


Período - What's going on now?


Dia: 23/11/2052, Sábado
Início do Período: 29/05/2010
Fim do Período: 25/07/2010
Tempo:
11°C, tempo frio com ventos se intensificando no meio da tarde, céu aberto.
Lua: Cheia
Ações: - Visitação ao povoado de Hogsmead
- Ações da trama
- Outras ações diversas
Aulas: Período livre de aulas






Rodrigo
Felipe
Amily
William
Amanda
Ramires



Slytherin 149
Gryffindor 085
Ravenclaw 111
Hufflepuff 108




The Star

Sorata Matsuri
A pirralha. Dentre as pessoas ali ela seria a primeira que eu imaginaria negando-se a aparecer. Kamui rodou os olhos quando encerrei a conversa amigável que estávamos tendo e fui na direção da mesa. Do modo silencioso que me aproximei, seria improvável que ela tivesse notado minha aproximação, já que estava de costas.

- pensei que seria a última pessoa que veria por aqui... – comentei, quando estava próximo, cruzando os braços enquanto observava sua figura.


The Villain

Lúcifer Deimos
- Você agindo desta maneira me parece mais um gatinho acuado do que um anjo , Gabriel.

Lucifer riu da tentativa falha de gabriel de lhe assustar e com a mão que ainda lhe prendia voltou a lhe prender conta a parede desta vez apertando seu corpo contra a mesma, e fazendo com que a Varinha do Enkelis caísse no chão.

- Não precisa ter medo, deixe-me começar e você vai pedir por mais.


The Gentleman

Ongaku Matsuri
- Calma, calma... eu tenho um plano! - fez uma pausa imaginando que palavras usar - Você deve ter percebido que eu andei sumido por estes tempos, não? É por que eu estava treinando uma magia antiga, é uma técnica antiga que já foi usada por alguns bruxos muito poderosos para defender seus tesouros. - achou melhor não comentar que foi usado, também, para eliminar inimigos - Eu aprendi a fazer inferis! A frase saiu muito pior do que ele havia imaginado, agora ele parecia ser um maníaco. Magia das trevas, quebrar regras básicas do colégio e se colocar em risco. O mal estava feito, nada mais se podia fazer, a não ser esperar para ver o que o primo acharia disto.

The Lady

Júlia de Andrade
Mas antes de subir, encontrei com Seto. Ele parecia meio indeciso sobre de onde assistir o jogo e eu realmente tive de sorrir com isso. Ele era um grifinório, o natural seria torcer pelos vemelhinhos, mas Marcelo era um dos melhores amigos dele e primo e Akane... Bom Akane era a irmã dele.

Acho que realmente ficar na arquibancada da grifinória e acabar acidentalmente ouvindo alguém incitar um batedor a lançar um balaço nela não seria algo lá muito saudável para ele... Ou para quem disse tal coisa, óbvio.

- hn... Sabe, você podia esquecer da sua casa e subir comigo – disse apontando a arquibancada da corvinal. - melhor que ficar indeciso no meio do caminho. Eu sei que você vai acabar torcendo pelo Marcelo e a Akane de qualquer maneira... – disse dando de ombros.


The Comedy

Kimihiro Matsuri
Eu quero ver, quero quero quero quero quero! Nhaaa será que meu Onii-sama deixaria eu ver o caderninho dela? '0' Não custa perguntar né? Afinal, quem tem boca vaia a Roma, no caso, fala com o irmão misteriiii~

Logo ela saira da biblioteca e eu ficara sozinho com Sorata. Pela primeira vez no dia estávamos a sós e juntos. Assim pude fazer aquilo que eu queria fazer desde manhã cedinho. Abraçar meu irmão com força até esmagar ><'' Um abraço forte e quente era o que eu costumava dar em meu irmão quando estávamos juntos. Eu me sentia confortavel perto dele, protegido literalmente '0'

-Aquela pasta, me deixou confuso. Desde quando você escreve partituras? Não me contou algo assim, que cruel ;3;''


The Romance


Guilherme de Andrade e Gabriel Enkelis
- É só um abraço... Certo? – perguntou, um pouco de hesitação era visível no tom de sua voz o qual Gabriel provavelmente notou.

– Não Guilherme, é só um pretexto para eu te agarrar aqui mesmo e te beijar... – Disse Gabriel serio para Guilherme quando o mesmo questionou o seu pedido de abraço, depois um sorriso bem calmo apareceu no rosto do sextanista. – Brincadeira. - antes que se arrependesse da sua decisão ou Gabriel continuasse a falar, Guilherme encurtou a distância, o abraçando de uma vez.

Era ao mesmo tempo estranho, mas nostálgico. Parecia ao mesmo tempo certo e errado... E ele não conseguia definir aquela situação com palavras por que, sempre que tentava, elas pareciam contraditórias demais...


The Moment

Telbalt Yura
Logo ele notara que alguém começara a cair da vassoura. Mas que coisa, mal começara a temporada de Quadribol e Tebalt já teria a chance de atacar alguém que sanguraçe no meio do campo. Seria uma cena épica. O vampiro lutando para se controlar enquanto aquele sangue fresco escorrega sobre a grama molhada pela chuva de madrugada. Seria uma sensação de extremo agrado...Prazer. Afinal, não havia nada melhor que o sangue fresco de alguém.

-Será que ela chega ao chão...?-Falou bem baixinho e mentalmente torcia para que sim, queria sangue...Queria muito sentir o cheiro, só de pensar já começava a sofrer as alterações corporais.





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O conteúdo, no entanto, foi baseado nas obras de J.K. Rowling, com adaptações para a trama e história do jogo, mas nós não temos nenhum lucro com isso.

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 Jin Yeng Cheng

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AutorMensagem
Jin Yeng Cheng
Comerciante - Magical Recant / Artesão de Varinhas
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Número de Mensagens : 7
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Força : 3
Agilidade : 5
Equilíbrio : 4
Mira : 5
Reflexo : 5
Inteligência : 7
Riqueza : 4
Raça : Humano / Mestiço
Profissão : Artesão de Varinhas / Dono a Lao & Cheng Magical Wands
Característica Especial : metamorfomago
Player : Amanda-chan

MensagemAssunto: Jin Yeng Cheng   Seg Jan 26, 2009 10:37 am

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA ADULTOS

..:: Dados do Player ::..


Amanda (sim eu de novo) XD


..:: Personagem ::..


Nome falso (o que todos o conhecem e portanto o do nick dele): Jin Yeng Cheng
Nome verdadeiro: Hatori Kwon Yamato
Idade: 20 anos
Raça: sangue-puro
Data de Nascimento: 08/07/2060
Local de Nascimento: Tóquio, Japão, mas esse é um segredo de estado!



..:: Atributos ::..


metamorfomagia: +1 em força +1 agilidade

Força: 3
Agilidade: 5
Equilíbrio: 5
Mira: 5
Reflexo: 5
Inteligência: 7
Riqueza: 4



..:: Família ::..


Pai: Katsuya Yamato
Mãe: Kim Ju-Young Kwon
Irmãos: não tem
Outros parentes: bom, se você considerar o velho Lao que cuidou de Jin como se fosse um neto como parente... Ok, considere Lao Cheng então.
Situação financeira da família: razoável. Lao Cheng sustentou razoavelmente bem o neto durante toda sua vida até os dezoito anos, quando começou a administrar sua própria loja (dada por Lao) de varinhas



..:: Descrição Física ::..


Olhos: normalmente azul-escuro e profundo, o olhar de Jin tem um brilho especial quando fala sobre varinhas.
Cabelo: ruivos e compridos, lisos na maioria do tempo
Altura: 1,78m porem como ele é metamorfo pode mudar quando bem entender he.
Estrutura do corpo: nem musculoso demais, nem de menos, não é o exemplo de físico, sendo considerado meio frágil demais à primeira vista, mas isso é apenas aparência, porque ele tem uma boa força. Sua altura é bem distribuída e sua pele é claríssima como a maioria dos europeus. Isso claro, na maioria do tempo, porque como todo metamorfomago, ele pode mudar de aparência sempre que quiser.
Avatar: Kami *_*



..:: Descrição Psicológica ::..


Personalidade: Hatori/Jin é do tipo meio tímido, que não é lá muito de falar, gosta muito de ler sobre assuntos novos no ramo da magia, especialmente criaturas mágicas para aperfeiçoar os núcleos das suas varinhas. É simpático e tem uma boa memória, se lembrando exatamente para quem vendeu casa uma de suas varinhas. Porém, não queira falar mal um pouquinho sequer de Lao Cheng, seu avô ou então ele vira uma fera mesmo
Anseios: ser tão bom artesão de varinhas quanto o avô.
Medos: perder o avô, e/ou ser descoberto pelos Yamato



..:: Vida Profissional ::..


Profissão: Dono da "Lao & Cheng Magical Wands", no Magical Recant
Varinha: carvalho, 29cm, pena de fênix. Boa para encantamentos e feitiços rápidos, feita por Lao.



..:: Extras ::..


Características Especiais: metamorfomagia
Objeto Mágico: não tem

“Another History, uma aventura pelo mundo da magia japonesa que vai conquistar você.”


..:: Ação ::..


Jin acordou cedo naquela manhã, tencionando abrir logo sua loja. Aqueles dias estavam sendo corridos, pois era época em que os estudantes estavam comprando seus materiais para Shiruiki, época do ano em que mais tinha movimento.

Estava feliz com o fato de que estava conseguindo se sair bem com a loja, uma vez que seu avô a comprou por ter confiança que ele já sabia o suficiente para andar com suas próprias pernas, o que ele não acreditava muito, mas agora percebia que só não enxergava porque nunca conseguimos enxergar o que há de bom em nós mesmos, apenas nos outros.

Logo, depois de tudo arrumado e limpo, mudou o aviso na porta para “aberto”, esperando pelo primeiro cliente daquela manhã enquanto revisava os catálogos, verificando se estava tudo em sua devida ordem.

Logo, entraram na loja uma garotinha e uma mulher, que devia ser sua mãe, julgou Jin.

- bom dia, o que desejam?

- viemos comprar a primeira varinha dessa mocinha aqui – disse a mulher apontando a criança.

- Shiruiki? – perguntou Jin com a expressão amigável comum no rosto – qual seu nome querida? – perguntou enquanto fazia um aceno e fitas métricas mediam várias medidas da menina que poderiam ser precisas para que ele escolhesse o comprimento de varinha mais adequado para que a menina testasse.

- Karen – disse a menina com uma voz um tanto tímida.

- certo, então qual a mão que você usa para escrever? – perguntou com um tom suave e amigável para a garota.

- a da direita – disse a menina não entendendo a pergunta. Logo as fitas começaram a tirar as medidas do braço direito da menina.

Lao então foi procurar em seu estoque a varinha que poderia ser mais adequada para a menina.

- já chega – disse Jin e a fita parou de tirar medidas e se enrolou de volta no balcão. Voltou-se para a menina, agora com uma caixa fina de uma varinha na mão – a senhorita sabia que não é o bruxo que escolhe a varinha, mas a varinha que escolhe o bruxo? – a menina balançou negativamente a cabeça. – bom, eu tenho certeza de que encontraremos a varinha adequada para a senhorita. Experimente essa: Carvalho, 21 cm, pêlo de unicórnio, meio-flexível. – disse entregando a varinha na mão da pequena que feliz em ter uma varinha na mão agitou a varinha de qualquer jeito.

Uma pilha de caixas caiu da prateleira.

- não, não... - disse Jin novamente guardando a varinha e indo em direção ao estoque novamente para buscar outra varinha. Voltou com outra caixa. – tente esta então. Mogno, 23 cm corda de coração de dragão, inflexível.

Novamente, não era a varinha certa e um copo, que estava próximo, se espatifou.

- não? Não se preocupe, encontraremos sua varinha... – disse Jin guardando a varinha e foi procurar uma outra varinha, voltando com outra caixa.
- salgueiro, 20 cm, pena de fênix, flexível – disse entregando a varinha. Dessa vez, quando a menina agitou a varinha uma chuva de faíscas douradas saiu da ponta desta e então Jin teve total certeza de que aquela era a varinha certa para a menina – perfeito!

- quanto é? – perguntou a mulher já abrindo a bolsa para tirar os galeões enquanto Jin embrulhava a caixa com a varinha em um papel.

- sete galeões e cinco sicles – disse Jin profissionalmente. Assim que a mulher pagou pela varinha as duas saíram da loja, e Jin ficou com a boa sensação de ter sido útil e competente ao encontrar a varinha certa para a menina, e olha que tinha sido até que rápido, porque às vezes ele tinha de experimentar umas 10 varinhas até achar a certa para o freguês.

Assim, fez um reparo no copo quebrado e foi guardar as varinhas que a menina experimentou e não lhe serviram de volta em seus respectivos lugares....

_________________

..:: Jin Yeng Cheng ::..
Sangue-Puro x 20 anos x Metamorfomago x Artesão de varinhas x Dono da Lao & Cheng Magical Wands

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Jin Yeng Cheng
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MensagemAssunto: Re: Jin Yeng Cheng   Seg Jan 26, 2009 10:37 am

..:: História ::..


A História de Hatori Kwon Yamato e como se tornou Jin Yeng Cheng tem origem na época em que seus pais (Kim Ju-Young Kwon e Katsuya Yamato) se conheceram.

Katsuya Yamato, filho caçula do clã Yamato, antigo e poderoso clã de bruxos da mais alta linhagem, com ligações com os Katani e os Himura entre as várias famílias puro-sangue que ocupam lugar em sua árvore genealógica, se apaixonou pela jornalista trouxa coreana que fazia uma reportagem especial sobre o Japão, Kim Ju-Young Kwon, que jamais sequer imaginou em seu mais louco devaneio que a magia, de fato, existisse. Foi complicado no início, porque Kim não queria saber de Katsuya, mas depois de um bom tempo tentando (meses por se dizer melhor), Katsuya conseguiu arranjar um encontro com Kim, tudo, obviamente, escondido dos pais, que com certeza não iriam gostar nem um pouco de saber que o filho caçula estava saindo com uma trouxa comum e pior, estava apaixonado por ela!

Porém, mesmo sendo às escondidas, o relacionamento de Katsuya e Kim foi prosperando e, seis meses após o primeiro encontro dos dois, Kim jogou a notícia bombástica em cima de Katsuya: ela estava grávida.

Aquela notícia foi realmente uma bomba, porque mesmo sendo maravilhosa, mudava tudo: ele não poderia esconder mais de sua família o que estava acontecendo com as coisas tendo chegado a esse ponto, era questão de tempo que descobrissem. Assim, buscando ajuda para decidir o que fazer, contou tudo a um amigo de confiança: Lao Cheng, um velho fabricante de varinhas chinês renomado com quem fez uma grande amizade quando passou alguns anos depois de terminar seus estudos na China. Lao o entenderia, não o julgaria e guardaria segredo, disso Katsuya tinha certeza.

O que Lao lhe sugeriu foi que, se ele realmente amava Kim, então eles deviam esperar o bebê nascer e fugir para longe do Japão, para um lugar onde sua família não o procurasse.

Com esse plano na cabeça, Katsuya então contou a verdade para Kim, sobre ele ser um bruxo, que a família dele não gostava de trouxas (Kim: não-mágicos, por favor!) e tudo o mais. De início foi complicado para Kim acreditar, mas com as provas irrefutáveis que Katsuya lhe deu, ela não poderia deixar de acreditar.

Assim, decidiram seguir o conselho de Lao, esperar o bebê nascer (porque uma grávida sair em altas fugas por aí não é muito saudável, não?) e, então, fugir do Japão, abandonando tudo o que tinham (Kim tinha se mudado para o Japão depois que o lance entre os dois ficou mais sério) e começarem tudo do zero de novo.

Os meses que se passaram foram demasiado longos na concepção de Katsuya e, a cada dia, ele temia mais e mais que a família descobrisse sobre seu relacionamento com Kim.

Porém, o que ele não sabia era que sua irmã mais velha, Machi, desconfiava de suas “escapadas” para ver Kim e, na noite em que ele foi ver Kim, que já estava no começo do oitavo mês de gravidez, ela o seguiu e descobriu tudo. Machi voltou e contou aos pais sobre tudo o que vira, deixando esses furiosos com Katsuya, de modo que, quando ele voltou para casa depois, foi descoberto. Com muito esforço e negociação, Katsuya convenceu aos pais que iria deixar Kim, contanto que a família não a machucasse. Na verdade seu plano era ganhar tempo o suficiente para planejar uma fuga de última hora para os dois.

O que ele não sabia, era que, na mesma hora em que ele tentava convencer a família a não eliminar Kim imediatamente, Kim sentiu fortes dores e foi levada por uma vizinha para o hospital de Tóquio, O bebê nasceu prematuro em 07/08/1997, às 23h, em um hospital trouxa. Foi aí que começou a conturbada vida de Hatori Kwon Yamato.

Logo de início, foi um susto geral no hospital, e com certeza um problema de grandes proporções todos no local serem trouxas, porque o bebê Hatori era, na verdade, uma raridade no mundo mágico: um metamorfomago. Assim, o bebê começou a mudar a cor dos cabelos e olhos aleatoriamente, o que, com certeza, causou muita confusão. Precisando de ajuda, Kim chamou Katsuya por meio de um medalhão que ele lhe dera que faria com que ele soubesse quando ela precisava dele e onde poderia então encontrá-la. Assim quando estava planejado como levaria Kim para fora do país em segurança, Katsuya sentiu ser chamado e aparatou no meio do quarto, onde a confusão reinava solta por causa do “problema” como bebê Hatori.

Imediatamente, tencionando sair o mais rápido possível, sabendo que logo o ministério estaria ali e resolveria esse problema, Katsuya saiu lançando feitiços de memória nos médicos e enfermeiros que viram Kim e o pequeno Hatori. Em seguida, pegou Kim, que ainda estava fraca e não poderia andar muito e o pequeno Hatori, que nem tinha idéia do que acontecia a sua volta direito e aparatou para bem longe, mais precisamente em território chinês. Porém, ainda estavam longe de onde eles precisavam ir: sem outra pessoa a quem recorrer, Katsuya mandou uma carta por coruja a Lao contando os últimos acontecimentos rapidamente e pedindo auxílio. Ao receber a resposta positiva, Katsuya tinha agora de levar Kim e Hatori para a casa do artesão de varinhas. O problema é que a área da casa de Lao fica bem no centro de uma grande região protegida por magia anti-aparatação, então teriam de ir pelo modo convencional, caminhando. A viagem demorava uns três dias e, no final do segundo dia, foram encurralados pelos parentes de Katsuya, que foram espertos de utilizar uma chave de portal, o que Katsuya não tinha pensado em usar. Como eles ficaram sabendo que Katsuya fugira com Kim e o filho? Bom, eles são influentes o suficiente para saber o que acontece no ministério japonês, e um incidente como o do hospital chama muita atenção...

Bom, mas a batalha era desigual. Katsuya era apenas um bruxo contra vários (mais de sete) e logo não conseguiu proteger Kim de um feitiço a tempo e ela caiu no chão, morta por um avada. Sem ter outra alternativa, uma vez que não poderia aparatar, Katsuya arrancou o medalhão de Kim do pescoço, transformou-o em uma chave de portal e colocou entre as mãozinhas de Hatori, que em poucos segundos foi envolvido por uma luz azul e transportado para longe da batalha. Sim, Katsuya, tencionando salvar o filho, uma vez que a amada já havia morrido, fez uma chamava de portal com o medalhão que levaria o pequeno até a casa de Lao Cheng, que os deveria estar esperando para dali a um dia, mais ou menos. Ele entenderia o que isso significava e cuidaria do bebê Hatori.

Pelo menos foi isso que pensou antes de ser atingido por um avada, momentos depois da chave de portal ter sido ativada levando o bebê para um paradeiro desconhecido dos familiares.

Hatori estaria a salvo.

Ao ver somente o pequeno Hatori chegar por chave de portal, sendo que esta era um medalhão sujo de sangue que ele sabia ser de Katsuya e que ele dera a Kim mais tarde, Lao chorou sabendo que aquilo significava que o amigo estava morto. Porém, depois de enxugar as lágrimas, Lao prometeu que, em memória de Katsuya, cuidaria do pequeno Hatori e o protegeria de tudo e todos que lhe quisessem mal.

Assim, para não levantar suspeita, disfarçou o bebê como sendo seu neto, Jin Yeng Cheng, filho de seu filho Yen Cheng, que faleceu há poucos dias. Como ninguém sabia exatamente muito de Yen, a desculpa seria bem aceita e, a partir daquele momento, Hatori se tornaria Jin Yeng Cheng.

Assim, devidamente disfarçado como neto de um artesão de varinhas chinês bem renomado, Hatori/Jin cresceu, aprendendo com Lao os segredos da arte de se fazer varinhas.

Como os dois moravam muito afastados de qualquer vila ou algo do tipo, ele não tinha amigos com quem brincar muito, crescendo como uma criança quieta e se apegando muito a Lao, a quem tinha como um avô de verdade, ainda mais que não sabia de sua verdadeira história.

Seus anos de aprendizado de magia se deram em uma escola chinesa de magia não muito renomada, de modo que não chamaria a atenção de ninguém. Ele foi um aluno muito estudioso, sendo um dos mais quietos nas aulas, passando quase despercebidos, se não fosse as excelentes notas, o que é comumente rotulado de CDF.

Depois de terminar os estudos, voltou para continuar a aprender sobre o ofício de criar varinhas com Lao. Ele realmente gostava do trabalho do avô e aspirava ser, um dia, um artesão de varinhas tão bom quanto o avô.

Assim, em 2078, quando o velho Ketai, o fabricante de varinhas japonês, estava se aposentando e pensando em vender sua loja, Lao, julgando que o rapaz já tinha aprendido o suficiente, resolveu gastar suas economias para comprar a loja de Ketai e a dar de presente para o neto. Nessa ocasião, aproveitou também para, julgando que agora que estava amadurecido ele poderia entender melhor sua história, contou para Jin/Hatori sobre seus verdadeiros pais, como ele foi parar com Lao, e o mais importante: o alertou para o perigo de ser descoberto por algum parente.

Para Hatori, aquilo foi um choque de início, descobrir que nada do que você achava que era verdade era, mas depois até que aceitou melhor, afinal não era mais criança para se emburrar pelo fato de Lao não lhe te contado nada antes. Sabia que agora tinha uma concepção bem melhor do que al alguns anos atrás e ele próprio julgava que, se fosse para ele mesmo decidir quando deveria ficar sabendo, não iria querer que Lao contasse. Ele poderia ter feito alguma burrada que o colocasse em perigo se soubesse dessa história antes.

Assim, agora Hatori já está a mais de um ano em Tóquio e administra sua própria loja de varinhas, no mesmo local que fora a loja de Ketai um tempo atrás, loja que ele reformou e deu um novo nome: “Jin & Lao Magical Wands”. Achou justo colocar o nome do avô na loja porque foi com o dinheiro dele que a loja foi comprada, afinal.

A “Jin & Lao” rende bons lucros, que são divididos (por insistência de Hatori/Jin) entre os dois Chengs e ele até que tem já uma reputação razoável principalmente para um iniciante.
Agora veremos como continuam a se desenrolar os fatos na vida do nosso metamorfomago artesão de varinhas daqui em diante, mate porque por enquanto sua vida está ótima, mas é que ele não encontrou ainda com nenhum Yamato no caminho... E quando ele encontrar? O que será que irá acontecer?

Para saber como se desenrolará o resto da história só acompanhando os fatos por aqui...
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MensagemAssunto: Re: Jin Yeng Cheng   Seg Jan 26, 2009 10:45 am

Aprovado Hatori, digo, Jin
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MensagemAssunto: Re: Jin Yeng Cheng   

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