FAQPortalInícioRegistrar-seConectar-se

Durante anos, a existência da magia e dos próprios bruxos fora mantida em segredo, com os cuidados do Ministério da Magia. Mas agora, algo ameaça isso que eles tanto prezam. O que pode acontecer se as opções escolhidas no passado colocarem em risco o futuro?

Nos últimos tempos, o controle de criaturas mágicas tem sido muito mais rígido, devido às ações de segurança do, então eleito, novo ministro da magia. Segundo ele, essas criaturas inferiores não necessitam de metade dos direitos impostos por seu antecessor.

Seguindo suas ordens, o Ministério passou a controlar o número de indivíduos de cada raça, assim como demarcar o seus territórios mais rigidamente. Com o controle e o território rigidamente estruturados, as condições foram de mal a pior, e como conseqüência algumas raças começaram a se rebelar.

A noticia da extinção de uma delas incentivou a criação de um grupo contra o ministério. O profeta diário, diz ser de fonte segura a informação publicada na edição do dia 29 de Setembro de 2052, a qual afirma que há no mínimo dois representantes de cada raça, aparentemente liderados por um centauro.

Murmúrios levaram os acontecidos até Azkaban, mesmo o ministro tentando pessoalmente abafar o caso. O movimento nas poucas celas ocupadas começaram a surgir, e pouco tempo depois houve uma inevitável fuga, ocasionada pela falta de atenção do ministério para com a vigilância de seus prisioneiros.

Apesar dos grandes esforços na busca, alguns deles ainda não foram encontrados, e por esse motivo o ministério precisou se manter alerta para este fato também. Os problemas começaram a surgir e estão cada vez pior, as esquinas nunca foram tão ameaçadoras. E agora, o Ministério sozinho já não é o suficiente.


Período - What's going on now?


Dia: 23/11/2052, Sábado
Início do Período: 29/05/2010
Fim do Período: 25/07/2010
Tempo:
11°C, tempo frio com ventos se intensificando no meio da tarde, céu aberto.
Lua: Cheia
Ações: - Visitação ao povoado de Hogsmead
- Ações da trama
- Outras ações diversas
Aulas: Período livre de aulas






Rodrigo
Felipe
Amily
William
Amanda
Ramires



Slytherin 149
Gryffindor 085
Ravenclaw 111
Hufflepuff 108




The Star

Sorata Matsuri
A pirralha. Dentre as pessoas ali ela seria a primeira que eu imaginaria negando-se a aparecer. Kamui rodou os olhos quando encerrei a conversa amigável que estávamos tendo e fui na direção da mesa. Do modo silencioso que me aproximei, seria improvável que ela tivesse notado minha aproximação, já que estava de costas.

- pensei que seria a última pessoa que veria por aqui... – comentei, quando estava próximo, cruzando os braços enquanto observava sua figura.


The Villain

Lúcifer Deimos
- Você agindo desta maneira me parece mais um gatinho acuado do que um anjo , Gabriel.

Lucifer riu da tentativa falha de gabriel de lhe assustar e com a mão que ainda lhe prendia voltou a lhe prender conta a parede desta vez apertando seu corpo contra a mesma, e fazendo com que a Varinha do Enkelis caísse no chão.

- Não precisa ter medo, deixe-me começar e você vai pedir por mais.


The Gentleman

Ongaku Matsuri
- Calma, calma... eu tenho um plano! - fez uma pausa imaginando que palavras usar - Você deve ter percebido que eu andei sumido por estes tempos, não? É por que eu estava treinando uma magia antiga, é uma técnica antiga que já foi usada por alguns bruxos muito poderosos para defender seus tesouros. - achou melhor não comentar que foi usado, também, para eliminar inimigos - Eu aprendi a fazer inferis! A frase saiu muito pior do que ele havia imaginado, agora ele parecia ser um maníaco. Magia das trevas, quebrar regras básicas do colégio e se colocar em risco. O mal estava feito, nada mais se podia fazer, a não ser esperar para ver o que o primo acharia disto.

The Lady

Júlia de Andrade
Mas antes de subir, encontrei com Seto. Ele parecia meio indeciso sobre de onde assistir o jogo e eu realmente tive de sorrir com isso. Ele era um grifinório, o natural seria torcer pelos vemelhinhos, mas Marcelo era um dos melhores amigos dele e primo e Akane... Bom Akane era a irmã dele.

Acho que realmente ficar na arquibancada da grifinória e acabar acidentalmente ouvindo alguém incitar um batedor a lançar um balaço nela não seria algo lá muito saudável para ele... Ou para quem disse tal coisa, óbvio.

- hn... Sabe, você podia esquecer da sua casa e subir comigo – disse apontando a arquibancada da corvinal. - melhor que ficar indeciso no meio do caminho. Eu sei que você vai acabar torcendo pelo Marcelo e a Akane de qualquer maneira... – disse dando de ombros.


The Comedy

Kimihiro Matsuri
Eu quero ver, quero quero quero quero quero! Nhaaa será que meu Onii-sama deixaria eu ver o caderninho dela? '0' Não custa perguntar né? Afinal, quem tem boca vaia a Roma, no caso, fala com o irmão misteriiii~

Logo ela saira da biblioteca e eu ficara sozinho com Sorata. Pela primeira vez no dia estávamos a sós e juntos. Assim pude fazer aquilo que eu queria fazer desde manhã cedinho. Abraçar meu irmão com força até esmagar ><'' Um abraço forte e quente era o que eu costumava dar em meu irmão quando estávamos juntos. Eu me sentia confortavel perto dele, protegido literalmente '0'

-Aquela pasta, me deixou confuso. Desde quando você escreve partituras? Não me contou algo assim, que cruel ;3;''


The Romance


Guilherme de Andrade e Gabriel Enkelis
- É só um abraço... Certo? – perguntou, um pouco de hesitação era visível no tom de sua voz o qual Gabriel provavelmente notou.

– Não Guilherme, é só um pretexto para eu te agarrar aqui mesmo e te beijar... – Disse Gabriel serio para Guilherme quando o mesmo questionou o seu pedido de abraço, depois um sorriso bem calmo apareceu no rosto do sextanista. – Brincadeira. - antes que se arrependesse da sua decisão ou Gabriel continuasse a falar, Guilherme encurtou a distância, o abraçando de uma vez.

Era ao mesmo tempo estranho, mas nostálgico. Parecia ao mesmo tempo certo e errado... E ele não conseguia definir aquela situação com palavras por que, sempre que tentava, elas pareciam contraditórias demais...


The Moment

Telbalt Yura
Logo ele notara que alguém começara a cair da vassoura. Mas que coisa, mal começara a temporada de Quadribol e Tebalt já teria a chance de atacar alguém que sanguraçe no meio do campo. Seria uma cena épica. O vampiro lutando para se controlar enquanto aquele sangue fresco escorrega sobre a grama molhada pela chuva de madrugada. Seria uma sensação de extremo agrado...Prazer. Afinal, não havia nada melhor que o sangue fresco de alguém.

-Será que ela chega ao chão...?-Falou bem baixinho e mentalmente torcia para que sim, queria sangue...Queria muito sentir o cheiro, só de pensar já começava a sofrer as alterações corporais.





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 Kira Kouyou Shiroyama

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AutorMensagem
Kira Kouyou Shiroyama
Professor de Estudo dos Trouxas
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Número de Mensagens : 20
~.x.~.x.~ : ~.x.~.x.~
Força : 2
Agilidade : 5
Equilíbrio : 4
Mira : 5
Reflexo : 5
Inteligência : 9
Riqueza : 4
Raça : Humano / Mestiço
Profissão : Professor de estudo dos trouxas
Característica Especial : Meio-veela
Característica Especial : animago (raposa)
Player : Amanda-chan

MensagemAssunto: Kira Kouyou Shiroyama   Seg Mar 02, 2009 9:33 am

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA ADULTOS


..:: Dados do Player ::..


Amanda e nem vou falar nada, né? ¬¬


..:: Personagem ::..


Nome: Kira Kouyou Shiroyama
Idade: 23 anos
Raça: mestiço
Data de Nascimento: 11/03/2064
Local de Nascimento: Nagasaki, Japão.



..:: Atributos ::..


Animagia: raposa +1 mira +1 agilidade +1 reflexo

Força: 2
Agilidade: 4+1=5
Equilíbrio: 4
Mira: 4+1=5
Reflexo: 4+1=5
Inteligência: 9
Riqueza: 4



..:: Família ::..


Pai: Asuka Shiroyama
Mãe: Isabelle Shiroyama
Irmãos: não tem
Outros parentes: nenhum que influencie inicialmente.
Situação financeira da família: Boa/ótima, os Shiroyama são bem ricos, e influentes na sociedade atual.



..:: Descrição Física ::..


Olhos: verde escuros, quase negros.
Cabelo: loiro claro, liso. São repicados e não muito compridos na maior parte do tempo. Ele mesmo prefere no entanto escurecer um pouco o tom dos cabelos naturalmente loiro platinados para um tom de loiro escuro meio dourado. Chama menos a atenção e combina mais com ele segndo suas próprias palavras.
Altura: 1,77 cm (sim ele é bem alto para a média dos japas)
Estrutura do corpo: sendo alto e esguio, Kira tem um corpo magro, muitos músculos, de pele bem pálida, proporcional à sua altura e um tanto quanto (muito) andrógeno, Assim como uma boa parte dos japas desse fórum he.
Avatar: Takashima Kouyou, conhecido como Uruha, guitarrista do The GazettE



..:: Descrição Psicológica ::..


Personalidade: Kira sempre foi bastante arrogante e independente. Por conta de seu dom, ele sempre foi muito narcisiste e era uma pessoa sde gênio difícil até conhecer Yusuke. Em shiruiki ele se tornou mais comunicativo e amigável, embora ainda conserve um pouco da arrogância natural que é tão comum nas veelas, como sua mãe. Como professor se tornou alguém exigente perfeccionista e severo, mas ainda assim não é um professor muito chato não he.
Anseios: fazer Yusuke entender que ele não precisa fugir por causa do seu "problema peludo" e o que aconteceu no passado por assim dizer...
Medos: que Yusuke resolva fazer uma besteira como, por exemplo, se matar ou algo assim.



..:: Shiruiki ::..


Profissão: Professor de Estudo dos Trouxas
Varinha: fio de cabelo de veela, 29 cm, cerejeira, flexível. boa para encantamentos diversos e tranformações.



..:: Extras ::..


Características Especiais: meio-veela *_*
Características Especiais: Animago (raposa dourada) / homossexual
Objeto Mágico: non


..:: Ação ::..

Spoiler:
 
Kira acordou com o ânimo revitalizado naquela manhã. Era engraçado como agora ele se sentia tão melhor em saber que Yusuke estava por perto. Ele nem o tinha visto ainda, mas só de saber que o outro estava de volta, seu humor tinha melhorado consideravelmente na noite anterior, quando Subaru lhe contatou para informar que tinha achado o amigo.

Feliz como não se sentia há muito tempo, Kira tratou de logo se levantar e se arrumar, aliás, tomando muito mais cuidado com os detalhes da sua aparência, como há muito não se preocupava. Afinal ele não queria estar feio quando reencontrasse com o outro, embora que na verdade ver Kira algum dia feio é algo meio impossível, afinal seu dom naturalmente não permite isso.

Para ele, aquela expressão que dizem que a pessoa fica bem vestindo qualquer trapo funciona perfeitamente, porque nem na pior das situações você pode dizer que o nosso querido (ou nem tanto) professor de estudo dos trouxas fica de algum modo feio.

Ao sair de seus aposentos, se dirigiu para o salão cerimonial e tomou seu café, observando desinteressado o movimento dos alunos.

- ele não está ali – disse uma voz conhecida.

- eu sei que ele não esta.. – disse só então parando e notando que estava concordando com algo que nem entendera direito. Voltou-se para o jovem ao seu lado. Subaru. - quem não está lá Ruu-chan? – perguntou com as sobrancelhas franzidas em um sinal de que não entendera o raciocínio do outro.

- um certo professor de história da magia, quem mais? – disse o outro divertido. - vem, vamos acordar o belo adormecido. Se eu não conseguir, você é a minha opção de príncipe encantado para dar o beijo nele Kou – disse divertido para Kira, que balançou negativamente a cabeça.

Depois de um rápido percurso regado por algumas conversas banais, os dois chegaram na porta dos aposentos destinados ao professor de história da magia.

O outro estava acordado, mas ainda de olhos fechados, então Subaru e Kira entraram em total silêncio, Kira se encostando perto da porta e analisando o outro enquanto Subaru se aproximou do outro na cama para dar um susto.

- Não está pensando em fugir de novo, está? – a cara de espanto de Yuu mostrou como ele se assustou com a pergunta de Subaru.

- ... – o outro não disse nada, e Kira e Subaru tomaram então aquilo como um sinal de que a resposta era sim, ele estava pensando em fugir mesmo.

- ahhh eu não acredito, ele estava pensando nisso mesmo! – disse Subaru com uma voz manhosa de descontentamento – Kou, o que nós fizemos pra ele não nos suportar mais?

- não tenho idéia. – disse Kira com um sorriso sarcástico. – mas não ligue Ruu-chan vai ver ele é um baka mesmo... – disse provocando. Ele sabia que o outro não deixaria por menos essa.

- ei! E vocês me xingam na minha frente ainda por cima? – perguntou Yuu indignado.

- ele fala! Que novidade interessante essa... – disse Subaru com um sorriso de orelha a orelha – mas sério Yuu... Está na hora de acordar, antes que se atrase para o seu primeiro dia como professor. E você não vai querer ser visto como um professor relapso pelos seus alunos se não quiser ter problemas depois – disse piscando o olho.

Yuu tinha então se levantado e se dirigiu para o banheiro fechando a porta atrás de si. Kira e Subaru o esperaram até que ele saiu do banheiro e bom, Kira não podia deixar de simplesmente constatar como o outro continuava tão lindo como sempre foi. Aqueles anos de reclusão em praticamente nada alteraram sua aparência que continuava tão magnífica como antes.

- Vamos então? – perguntou Subaru alcançando a porta – se eu não aparecer logo na estufa acho que o sensei vai me matar... – comentou enquanto caminhavam pelos corredores.

- e como vão os seus aprendizados? – perguntou Yuu para o mais novo. Subaru ainda não era professor, apenas aprendiz de professor ou estagiário melhor explicando...

- bem, eu acho... – disse pensando no que lhe foi perguntado – pelo menos eu estou vendo exatamente como eu tenho que lidar com os alunos quando me tornar professor. A matéria de herbologia em si nem é problema pra mim... Muito ansioso para sua primeira aula? É justo com o quinto ano... Eles fazem a maior bagunça, lembra Kou? – perguntou Subaru animado.

- eles me lembram bastante a gente quando na idade deles... – disse com um sorriso se lembrando dos garotos. Eles lmbravam mesmo a eles, embora que ele não conseguisse realmente se identificar muito com nenhum deles, embora estivesse mais inclinado a acreditar que o Osaki era o que mais era parecido consigo. – o Kamenari é uma cópia perfeita do Yuu, e o Sakurazuka tem muito a ver com você Ruu-chan.

- yeep – disse Subaru concordando. – no fundo acho que eles são bem legais, não gosto muito é de alguns alunos do sexto ano... Eles me dão arrepios.

- e você vem dizer isso assim na cara de pau? Você ainda pode acabar sendo professor deles... – disse Kira rindo.

- sim, mas se for vai ser só por um ano, então pra quê me preocupar? – rebateu o baixinho.

- certo baixinho – comentou só para irritar um pouco o outro.

- iie... Baixinho não!!! – reclamou Subaru.

- mas olha a sua altura! – disse rindo – você, se bobear, é mais baixo que alguns quintanistas...

- mas não precisa lembrar disso, né? – disse Subaru em um falso tom choroso.

Yuu olhava a conversa com um sorriso. Kira resolveu então se aproximar dele enquanto ele estava distraído e quase se perdeu sentindo o cheiro do outro, mas forçou-se a continuar focalizado em seu objetivo e sussurrar no ouvido do outro.

- no que está pensando? – Yuu pareceu assustar com a pergunta no seu ouvido, enquanto Subaru estava cumprimentando sua gêmea, que passava pelo corredor naquele momento.

- não faça isso... Você me assusta – reclamou e só ouviu um riso baixo de Kira.

- mas e então, no que estava pensando? – insistiu.

- que tinha me esquecido do quão bom era estar com vocês... – respondeu.

- espero então que isso seja uma confirmação de que você não vai aproveitar a primeira oportunidade para fugir, certo?

- não, eu não vou fugir – disse ele encarando o loiro agora. Kira sentiu o outro o devorar com o olhar enquanto se encaravam. E isso o fez sentir-se incrivelmente bem, em saber que ainda despertava esses sentimentos no outro. Talvez eles pudessem recmeçar de onde pararam não?

- que bom... – disse o outro sorrindo. – mas agora de verdade, temos que nos apressar, porque o café já está terminando e as aulas vão começar... – disse desviando o olhar dele. – nee... Eu não acredito que logo na primeira aula vou ter que pegar os pirralhos do terceiro ano – reclamou.

- depois você fala de mim.. – reclamou Subaru, que terminara de falar com Izuzu e voltara agora sua atenção de novo para os amigos. – bom, eu to indo mesmo agora, nos vemos na hora do almoço – disse acenando para os amigos e já se afastando. Estavam próximos da saída do castelo, e o amigo saiu pela porta do mesmo correndo pelos jardins indo direto para as estufas.

Kou sentiu-se incômodo com o silêncio que se instaurou depois que Subaru saiu. Mas não tinha coragem de iniciar assinto nenhum.

- Kou eu... – Yuu começou tentando escolher as palavras para falar algo – eu queria...

Mas o Kira o cortou, olhando para o outro lado. Não souber dizer porque, mas naquele momento ele não queria falar do passado.

- eu também preciso ir... Tenho que arrumar as coisas para a aula de hoje antes dos alunos chegarem... – disse Kira sem o encarar. – nos vemos depois Yuu.

E se afastou indo direto para a sala de aula de estudo dos trouxas. Tinha algumas coisas a arrumar? Que mentira! Ele tinha deixado tudo pronto no dia anterior, não havia nada a arrumar...

Que jeito de fugir de um assunto, não?

De qualquer jeito, ele ficou perdido em pensamentos até começar a perceber os alunos chegarem. Quando estes começaram a aparecer, ele esperou até o horário de início da aula e fechou as portas com um aceno de varinha. Os atrasados não tinham vez na sua aula. Nunca tiveram e não ia ser hoje que teriam.

- bom, vocês com toda certeza já me conhecem, mas para caso haja algum aluno aqui que não me reconheça, um intercambista, talvez, Eu sou Shiroyama Kira, o Professor de estudo dos trouxas de vocês. – disse olhando para a turma sério como sempre ficava ao dar aula. - este ano, vamos aprender mais sobre os meios de comunicação trouxas – disse convocando alguns objetos que estavam sobre sua mesa. – Alguém sabe me dizer o nome deste objeto? – perguntou mostrando à turma um celular. Passou os olhos pelos alunos, mas nenhum se prontinficou. - nenhum? Que vergonha... – disse claramente desapontado como fato de os incompetentes do terceiro ano nem saberem lhe dizer que aquele aparelho na sua mão era um celular. Um aluno então levantou a mão hesitante. - sim? – disse dando a palavra ao garoto.

- é um telefone professor?

- realmente, este aparelho é um telefone, mas os trouxas lhe dão outro nome por conta de não ser ligado a fios, ser móvel. Alguém sabe o nome? – perguntou olhando para os alunos até que uma garota levantou a mão e ele fez um aceno permitindo que ela falasse.

- é um celular?

- exatamente, Srta. Omoyashi, cinco pontos para Umeki pela resposta correta – disse com um sorriso de canto. Pelo menos alguém sabia algo então. - como a colega de vocês falou, este aparelho se chama celular. O Celular é um dos aparelhos mais usados pelos trouxas hoje em dia para falarem uns com os outros por sua facilidade acessibilidade e longo alcance. – e continuou a falar sobre o celular, usando o aparelho em sua mão para ilustrar o que dizia. Depois de dadas as informações mais básicas, Kira passou como tarefa aos alunos, descrever as funções de um celular e exemplificando para que servem e com o que podem ser comparadas no mundo bruxo.

No fim da aula liberou os alunos sem muito dever de casa, afinal era o primeiro dia de aula e eles eram o terceiro ano, se fosse o quarto ele já teria dado dever, afinal o quarto ano tem o M.S.'s a prestar no término do ano, mas como não eram, ele resolveu dar uma colher de chá para eles...

Ficou pensando um pouco sobre sua manhã, sozinho na sala antes de balançar a cabeça espantando os pensamentos, guardar os trabalhos para corrigir depois e saindo da sala para o salão cerimonial almoçar...


"Another History, uma aventura pelo mundo da magia japonesa que vai conquistar você"

_________________

..:: Kira Kouyou Shiroyama ::..
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MensagemAssunto: Re: Kira Kouyou Shiroyama   Seg Mar 02, 2009 9:34 am

..:: História ::..

Beleza, leveza, adoração.

Belo como uma boneca de porcelana. Que ninguém nunca toca com medo de quebrar. Esse é o fardo que Kira sempre carregou quando pequeno.

Ninguém nunca se aproximava dele demais. Amigos? Verdadeiramente ele não tinha nenhum. Havia claro, aqueles com quem conversava, mas estes nunca poderiam ser considerados amigos. Era como se sempre estivesse separado dos outros por um fino véu que permitia que ele visse as outras pessoas, mas impedia as mesmas de o verem verdadeiramente.

Porque por detrás da beleza sobrenatural que ele herdara da mãe, havia um garoto solitário que ansiava por ser notado por si, e não pela aura que o cercava. Ele só queria ser notado por ele, Kira, e não por seu rosto angelical e delicado, ou sua pele de porcelana.

Mas esse desejo parecia cada vez mais longe à medida que os anos se passavam e seus poderes se desenvolviam ainda mais. E as esperanças de ser notado foram se perdendo e dando lugar a aceitação de que talvez ele nunca conseguisse realizar esse desejo.

O verdadeiro Kira Shiroyama talvez nunca fosse alcançado por ninguém. E para todos os outros, que não podiam enxergar através do véu, ele desenvolveu uma face arrogante e mimada, de alguém que consegue tudo o que quer e tem plena consciência disso.

.x.x.x.x.x.x.x.x.

- Shiroyama-san – Kira levantou os olhos desinteressados para a figura à sua frente. Uma garota dois anos mais nova estava totalmente embaraçada a sua frente, torcendo nervosamente os dedos e com o rosto muito vermelho. Oh Kami-sama... De novo??

- sim? – perguntou totalmente desinteressado. Sabia o que aconteceria a seguir: a menina iria se declarar para ele. Já era a quarta naquele mês...

- eu... Shiryoyama-san.... Eu preciso.. Eu queria... – coitada. Se soubesse que não adiantava tentar, que ela não seria correspondida, será que ela estaria ali assim mesmo? Provavelmente sim, ele tinha consciência de que na maioria das vezes ele mesmo provocava aquilo inconscientemente com seu dom. O sangue de veela que corria em suas veias impelia a ele um charme que fazia com que outras pessoas se sentissem como se estivessem perdidamente apaixonadas por ele.

Mas aquilo era um sentimento superficial, não era real.

Somente uma pessoa tinha realmente o amado. E ele retribuído. Mas ele tinha ido embora, tinha sumido completamente se culpado por algo que ele não era realmente culpado.

E Kira já tinha cansado de sofrer. Não amaria mais ninguém como amou Yusuke.

Seu coração estava inacessível e assim ficaria daquele momento em diante.

Estava cansado de sofrer...

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Desde que nasceu a criança mais bonita, a mais perfeita.

Isabelle sabia desde o momento que viu o filho pela primeira vez que ele tinha herdado dela sua aura especial. E por isso tudo o que ela desejou para o filho ao vê-lo pela primeira vez era que ele tivesse a sorte que ela não teve.

A sorte de ser notado.

Isabelle Le Fair não se casou com Asuka Shiroyama por amor. Era apenas uma conveniência, um homem bonito rico e totalmente aos seus pés. Um porto seguro. E somente isso.

Não havia muito mais o que esperar para si. Ela sabia que era praticamente impossível encontrar alguém que realmente a enxergasse e por isso resolveu casar com o melhor partido que arranjasse. E com isso ela abandonou a França, indo morar no Japão.

Ter filhos não era seu plano inicial, mas aconteceu e durante todo o tempo em que esperava a criança ela sempre desejou intimamente que não viesse a herdar seus dons.

Infelizmente não foi o que aconteceu e ela sabia o quão dura seria a vida de seu filho desde o momento que o viu pela primeira vez. E o máximo que ela podia fazer era lhe desejar boa sorte naquela vida que recém se iniciava...

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- Kira, já te disseram o quanto você é bonito? – perguntou um garoto que parecia ser um tanto mais velho que o loiro. Kira respondeu sem emoção.

- já. Sempre dizem – respondeu. O outro se aproximou dele.

- mas alguém já te demonstrou isso? – disse se aproximando do loiro, que deu um passo para trás antes de notar-se encurralado pelo outro.

- não... – disse agora nervoso. Ele não entendia o que o outro queria com ele. Kaito Shiroyama era seu primo, quatro anos mais velho que ele e por isso mais alto e forte. Os olhos arregalados mostravam o medo que ele estava sentindo no momento das ações do primo.

Não que na verdade Kira fosse muito forte. Ele tinha tão pouca força quanto aparentava, com sua aparência frágil e andrógena. E o outro tinha total consciência disso.

- então deixa que eu faça isso... – e dito isso, prensou o corpo esguio do loiro contra a parede tomando a força seus lábios rosados, sem notar a fina lágrima que escorria do canto dos olhos de Kira por sua face.

Kira não podia fazer nada. Não havia nada que pudesse impedir o primo de fazê-lo naquela hora...

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Kira Shiroyama cresceu como o bibelô da família Shiroyama. Até os seus sete anos, era intocável e belo, sempre admirado por sua beleza tão misteriosa que fundia os aspectos da mãe veela com as características orientais do pai. Era unicamente belo e disso ninguém tinha dúvida.

Porém, à medida que crescia seu dom, sobre o qual ele não tinha controle (e não adquiriria tão cedo) ia se manifestando cada vez mais forte, fazendo com que além de apenas compelir as pessoas a admirá-lo, começasse a despertar também o desejo, o que tornava a situação muito mais complicada. Isabelle passava então quase o tempo todo com Kira sob suas vistas, de modo a evitar que algo de ruim acontecesse ao filho.

Mas ela nem sempre poderia estar por perto e houve uma ocasião em que Kira ficou sozinho com um e seus primos. Isabelle de certo achou que o primo era jovem demais para fazer algo contra seu filho e, portanto, não se preocupou em deixá-lo enquanto resolvia alguns assuntos.

Mas, aparentemente, ela cometeu um grave erro, que custou muito. Ela só percebeu isso quando, ao voltar para casa, encontrou seu filho sozinho, com a face molhada em lágrimas e as roupas rasgadas no chão, chorando sozinho.

Quando a viu, o filho correu até ela e se jogou em seu colo chorando ainda mais. Ela sabia o que tinha acontecido, não era necessário que o filho dissesse.

Isabelle nunca mais deixou Kira sozinho...

Mas depois dessa tarde, Kira não se abriu mais e se tornou tão frio e indiferente com as outras pessoas (com Isabelle sendo a única exceção) que começou a realmente fazer jus a sua aparência, porque ele se tornou tão frio quanto era a porcelana da qual ele pareia ser feito.

.x.x.x.x.x.x.x.x.

Se separar da mãe para embarcar para Shiruiki aos onze anos foi, talvez, uma das partes mais difíceis da vida de Kira até aquele momento. A mãe lhe dando mil e uma recomendações de como agir para sua própria segurança. Sobre nunca se deixar ficar sozinho com colegas mais velhos e fortes que ele, ou até mesmo professores... Tudo para que não ocorresse nada como ocorreu naquela tarde com o primo...

.x.x.x.x.x.x.x.x.

A primeira vez que encontrou Yusuke, Kira se sentiu estranho. Porque de algum modo, ao olhar nos olhos dele, por mais que não deixasse transparecer, ele podia perceber que o outro era diferente.

Ele não tinha se fascinado (tanto ao menos) por sua aparência andrógena. Era a primeira e talvez a única vez em toda sua vida que Kira estava vendo alguém que realmente lhe enxergava alguém que podia ver por detrás daquele véu que sempre o separou das outras pessoas.

E isso de certo modo, por ser tão diferente de tudo que ele já tinha visto antes, o irritou. Porque tinha de ser diferente com ele? E isso só o fez ser rude e arrogante com Yusuke, que lhe devolveu na mesma moeda.

Começava ali uma desavença. Desavença essa que só seria resolvida quando Kira resolvesse baixar sua guarda e realmente tentar conhecer o ouro e se deixar ver.

E naquele mesmo ano eles já tinham se tornado amigos. Grandes amigos. Melhores amigos.

No caso de Kira, seu primeiro amigo. E ele então pôde finalmente voltar a sorrir como antes daquela tarde sombria de sua mente.

Aos poucos, ele foi aprendendo a controlar seus poderes, de modo que apesar de não conseguir pará-los totalmente, podia diminuir um pouco sua intensidade. E assim ele conseguia fazer mais amigos. Kira também ajudou muito lhe apresentando aos amigos dele e o introduzindo naquele terreno tão novo que era para ele o da amizade.

E Kira podia então começar a dizer agora, sinceramente que era feliz.

.x.x.x.x.x.x.x.x.

Em seu quarto ano, no entanto, Kira começou a sentir algo de diferente pelo amigo. Aquelas coisas das quais que ele tanto queria fugir que lhe lembravam daquele dia obscuro do seu passado, agora lhe pareciam não ser tão más quando ele pensava que quem poderia as fazer era Yusuke. Estaria ele gostando do amigo?

Mas como ter certeza? Porque ele não arriscaria sem ter certeza de que era algo real. Ele não arriscaria seu melhor amigo para depois descobrir que aquilo que sentira era apenas uma fase, não mesmo.

E por isso, no fim do seu quarto ano resolveu então testar, ver se senti a o mesmo por outros garotos, porque ele já tinha em mente que garotas não faziam o seu tipo. Ele nunca se interessou por uma.

Então no fim do seu quarto ano e durante uma parte do quinto, ele aproveitou-se de seus poderes para atrair alguns garotos, estando as sensações que sentia, se possivelmente o que ele sentia pelo amigo poderia se comparar a aquilo.

Mas depois de várias experiências, ele pôde constatar que nada do que ele sentira com nenhum daqueles garotos chegava sequer perto do que ele sentia por Yuu.

Não era apenas desejo. E ele percebeu que queria o amigo, o desejava, mas não só isso, ele também queria o carinho, a afeição do outro, queria que ele estivesse sempre consigo, nos momentos bons e ruins. Ele queria Yuu por completo, com suas qualidade e até mesmo defeitos.

E considerando que isso provavelmente era o que os leigos chamam de amor, ele resolveu então "atacar" por assim dizer.

Ele percebera durante suas "experiências" o quão incomodado o outro ficou toda vez que o via com outro garoto. Isso seria um ponto a seu favor, não? O outro sentir ciúmes dele significava que sentia algo por ele, não?

No natal ele teve a oportunidade perfeita para finalmente arriscar. Akira, Ruki e Subaru iriam para casa, passar o feriado com as famílias, mas Yuu, como sempre ficaria em Shiruiki. E Kira decidiu que ficaria também e aproveitaria que estariam mais sozinhos para tentar algo.

Chamou Yusuke para uma partida de xadrez. Durante a partida toda, ele fez de tudo para chamar a atenção do outro sutilmente, usando tanto seus poderes quanto palavras, mas não havia jeito de fazer o outro perder a compostura. Ficava sempre no "quase" e nunca chegava a realmente se descontrolar. E isso começava a irritar Kira.

Até que, quando o jogo estava prestes a acabar, perdendo completamente a paciência, reclamou com o outro por ele não perceber as coisas que estavam debaixo do nariz e em um impulso, o puxou para um beijo.

E aquilo foi tudo o que imaginou e muito mais.

No fim era amor mesmo. E ele agradeceu aos deuses pela oportunidade de poder amar e ser amado...

.x.x.x.x.x.x.x.x.

Apesar de sempre se manter quieto, Kira sempre soube desde o terceiro ano que o amado era um lobisomem. Mas ele não se importava com isso. Porque ele aprendeu a amar outro por inteiro, com todos os defeitos junto. E não ia ser uma maldiçãozinha a qual ele nem tinha culpa de ter que o faria se afastar.

Mas ele queria que Yuu confiasse nele para lhe contar. E por isso esperou durante três anos, até acabar por resolver revelar que já sabia da verdade. A essa altura, já tinha conseguido adquirir nas aulas do curso de animagia o conhecimento para se transformar em um animal e tinha em mente aquela nota que encontrou certa vez em um livro sobre lobisomens e como ele não eram perigosos para outros animais. Sua idéia era de usar essa habilidade para diminuir o sofrimento de Yuu nas noites de lua-cheia.

E ele expôs que já sabia de tudo e seu plano para Yuu. Deu trabalho para convencê-lo de que não se importava com o fato de ele ser um lobisomem e a idéia de fazer lhe companhia nas luas cheias foi totalmente abominada pelo outro, que o fez prometer que não faria aquilo.

Kira ficou muito contrariado ao ter de prometer, mas uma vez que prometeu, ele cumpriria à risca o que prometera.

O problema é que afinal ele não foi o único a suspeitar do sumiço de Yuu nas noites de lua-cheia...

.x.x.x.x.x.x.x.x.

No fim do sétimo ano, aconteceu. Akira e Ruki tinham seguido Yusuke e não tiveram como escapar do lobisomem sedento de sangue. E depois, Yuu não conseguia deixar de se culpar.

Kira tentou impedi-lo de fugir, mas o outro não cedeu aos seus apelos e foi embora mesmo assim.

Depois daquela noite, Kira quase que podia sentir o seu coração congelar. Kira o abandonara, mas ele sempre estaria esperando por ele. Porque não existia espaço para mais ninguém além do outro que pudesse entrar em seu coração.

.x.x.x.x.x.x.x.x.

Quase como um sinal de luto, Kira mudou radicalmente. Seus cabelos, loiros e incrivelmente claros por natureza, ele pintou de um tom de loiro escuro. Sua aura, agora ainda se manifestava, porém agora com muito menos intensidade e quando se manifestava passava uma tristeza tão grande que podia até mesmo fazer algumas pessoas mais suscetíveis chorarem por ele.

Durante cinco anos ele continuou nessa.

Terminou os estudos e aprofundou-se a estudar sobre os trouxas, acabando por se tornar o professor de estudo dos trouxas apenas três anos depois de terminar seus estudos em Shiruiki.

Como seu único amigo, ele tinha Subaru, o único restante do grupo de amigos. O outro então recém terminava seus estudos e já se tornara aprendiz do professor de herbologia, que pretendia treinar Subaru para que ele ficasse em seu luar quando se aposentasse.

Assim, Subaru sempre estava próximo de Kira, o apoiando como um bom amigo. E ele não podia expressar com palavras o quanto agradecia ao amigo por fazer isso por ele.

.x.x.x.x.x.x.x.x.

Quando Subaru trouxe Yusuke de volta, parecia que ele acordava de um longo inverno. Apesar de ele continuar a deixar os cabelos na cor para a qual mudara sua aura agora voltava a exalar sua tão conhecida majestividade, agora deixando o tom de tristeza que antes exalava e voltando a ser como antigamente. Isso apenas pela presença de Yusuke próximo dele.

Porém, depois de tudo o que aconteceu, ele ainda não colocou tudo às claras com Yuu, e não tem idéia de como o fazer por enquanto. Então ele adia o momento de conversar com o outro sobre o futuro deles dois...

Vejamos o que mais ainda falta escrever a partir de agora na história desse momento...

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MensagemAssunto: Re: Kira Kouyou Shiroyama   Qui Mar 05, 2009 6:32 am

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