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Durante anos, a existência da magia e dos próprios bruxos fora mantida em segredo, com os cuidados do Ministério da Magia. Mas agora, algo ameaça isso que eles tanto prezam. O que pode acontecer se as opções escolhidas no passado colocarem em risco o futuro?

Nos últimos tempos, o controle de criaturas mágicas tem sido muito mais rígido, devido às ações de segurança do, então eleito, novo ministro da magia. Segundo ele, essas criaturas inferiores não necessitam de metade dos direitos impostos por seu antecessor.

Seguindo suas ordens, o Ministério passou a controlar o número de indivíduos de cada raça, assim como demarcar o seus territórios mais rigidamente. Com o controle e o território rigidamente estruturados, as condições foram de mal a pior, e como conseqüência algumas raças começaram a se rebelar.

A noticia da extinção de uma delas incentivou a criação de um grupo contra o ministério. O profeta diário, diz ser de fonte segura a informação publicada na edição do dia 29 de Setembro de 2052, a qual afirma que há no mínimo dois representantes de cada raça, aparentemente liderados por um centauro.

Murmúrios levaram os acontecidos até Azkaban, mesmo o ministro tentando pessoalmente abafar o caso. O movimento nas poucas celas ocupadas começaram a surgir, e pouco tempo depois houve uma inevitável fuga, ocasionada pela falta de atenção do ministério para com a vigilância de seus prisioneiros.

Apesar dos grandes esforços na busca, alguns deles ainda não foram encontrados, e por esse motivo o ministério precisou se manter alerta para este fato também. Os problemas começaram a surgir e estão cada vez pior, as esquinas nunca foram tão ameaçadoras. E agora, o Ministério sozinho já não é o suficiente.


Período - What's going on now?


Dia: 23/11/2052, Sábado
Início do Período: 29/05/2010
Fim do Período: 25/07/2010
Tempo:
11°C, tempo frio com ventos se intensificando no meio da tarde, céu aberto.
Lua: Cheia
Ações: - Visitação ao povoado de Hogsmead
- Ações da trama
- Outras ações diversas
Aulas: Período livre de aulas






Rodrigo
Felipe
Amily
William
Amanda
Ramires



Slytherin 149
Gryffindor 085
Ravenclaw 111
Hufflepuff 108




The Star

Sorata Matsuri
A pirralha. Dentre as pessoas ali ela seria a primeira que eu imaginaria negando-se a aparecer. Kamui rodou os olhos quando encerrei a conversa amigável que estávamos tendo e fui na direção da mesa. Do modo silencioso que me aproximei, seria improvável que ela tivesse notado minha aproximação, já que estava de costas.

- pensei que seria a última pessoa que veria por aqui... – comentei, quando estava próximo, cruzando os braços enquanto observava sua figura.


The Villain

Lúcifer Deimos
- Você agindo desta maneira me parece mais um gatinho acuado do que um anjo , Gabriel.

Lucifer riu da tentativa falha de gabriel de lhe assustar e com a mão que ainda lhe prendia voltou a lhe prender conta a parede desta vez apertando seu corpo contra a mesma, e fazendo com que a Varinha do Enkelis caísse no chão.

- Não precisa ter medo, deixe-me começar e você vai pedir por mais.


The Gentleman

Ongaku Matsuri
- Calma, calma... eu tenho um plano! - fez uma pausa imaginando que palavras usar - Você deve ter percebido que eu andei sumido por estes tempos, não? É por que eu estava treinando uma magia antiga, é uma técnica antiga que já foi usada por alguns bruxos muito poderosos para defender seus tesouros. - achou melhor não comentar que foi usado, também, para eliminar inimigos - Eu aprendi a fazer inferis! A frase saiu muito pior do que ele havia imaginado, agora ele parecia ser um maníaco. Magia das trevas, quebrar regras básicas do colégio e se colocar em risco. O mal estava feito, nada mais se podia fazer, a não ser esperar para ver o que o primo acharia disto.

The Lady

Júlia de Andrade
Mas antes de subir, encontrei com Seto. Ele parecia meio indeciso sobre de onde assistir o jogo e eu realmente tive de sorrir com isso. Ele era um grifinório, o natural seria torcer pelos vemelhinhos, mas Marcelo era um dos melhores amigos dele e primo e Akane... Bom Akane era a irmã dele.

Acho que realmente ficar na arquibancada da grifinória e acabar acidentalmente ouvindo alguém incitar um batedor a lançar um balaço nela não seria algo lá muito saudável para ele... Ou para quem disse tal coisa, óbvio.

- hn... Sabe, você podia esquecer da sua casa e subir comigo – disse apontando a arquibancada da corvinal. - melhor que ficar indeciso no meio do caminho. Eu sei que você vai acabar torcendo pelo Marcelo e a Akane de qualquer maneira... – disse dando de ombros.


The Comedy

Kimihiro Matsuri
Eu quero ver, quero quero quero quero quero! Nhaaa será que meu Onii-sama deixaria eu ver o caderninho dela? '0' Não custa perguntar né? Afinal, quem tem boca vaia a Roma, no caso, fala com o irmão misteriiii~

Logo ela saira da biblioteca e eu ficara sozinho com Sorata. Pela primeira vez no dia estávamos a sós e juntos. Assim pude fazer aquilo que eu queria fazer desde manhã cedinho. Abraçar meu irmão com força até esmagar ><'' Um abraço forte e quente era o que eu costumava dar em meu irmão quando estávamos juntos. Eu me sentia confortavel perto dele, protegido literalmente '0'

-Aquela pasta, me deixou confuso. Desde quando você escreve partituras? Não me contou algo assim, que cruel ;3;''


The Romance


Guilherme de Andrade e Gabriel Enkelis
- É só um abraço... Certo? – perguntou, um pouco de hesitação era visível no tom de sua voz o qual Gabriel provavelmente notou.

– Não Guilherme, é só um pretexto para eu te agarrar aqui mesmo e te beijar... – Disse Gabriel serio para Guilherme quando o mesmo questionou o seu pedido de abraço, depois um sorriso bem calmo apareceu no rosto do sextanista. – Brincadeira. - antes que se arrependesse da sua decisão ou Gabriel continuasse a falar, Guilherme encurtou a distância, o abraçando de uma vez.

Era ao mesmo tempo estranho, mas nostálgico. Parecia ao mesmo tempo certo e errado... E ele não conseguia definir aquela situação com palavras por que, sempre que tentava, elas pareciam contraditórias demais...


The Moment

Telbalt Yura
Logo ele notara que alguém começara a cair da vassoura. Mas que coisa, mal começara a temporada de Quadribol e Tebalt já teria a chance de atacar alguém que sanguraçe no meio do campo. Seria uma cena épica. O vampiro lutando para se controlar enquanto aquele sangue fresco escorrega sobre a grama molhada pela chuva de madrugada. Seria uma sensação de extremo agrado...Prazer. Afinal, não havia nada melhor que o sangue fresco de alguém.

-Será que ela chega ao chão...?-Falou bem baixinho e mentalmente torcia para que sim, queria sangue...Queria muito sentir o cheiro, só de pensar já começava a sofrer as alterações corporais.





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 Shinya Osaki

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AutorMensagem
Shinya Osaki
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Shinya Osaki

Número de Mensagens : 61
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Força : 2
Agilidade : 4
Equilíbrio : 3
Mira : 4
Reflexo : 4
Inteligência : 6
Riqueza : 5
Raça : Humano / Sangue-puro
Ano :
Casa : Zõkori
Monitoria : monitor do sexto ano
Característica Especial : Osaki's Family member
Característica Especial : Ofidioglota
Player : Amanda-chan

MensagemAssunto: Shinya Osaki   Sex Jan 30, 2009 7:35 am

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA ALUNOS

..:: Dados do Player ::..


Amanda e vocês sabem quem eu sou então pulemos essa parte uu


..:: Personagem ::..


Nome: Shinya Osaki
Idade: 16 anos
Raça: sangue-puro
Data de Nascimento: 17/06/2071
Local de Nascimento: Hokkaido, Japão



..:: Atributos ::..


Família Osaki: + 1 em riqueza

Força: 2
Agilidade: 4
Equilíbrio: 3
Mira: 4
Reflexo: 4
Inteligência: 6
Riqueza: 5



..:: Família ::..


Pai: Kenji Osaki
Mãe: Rüri Hikashi Osaki
Irmãos: Natsuki Osaki, a irmã três anos mais velha.
Outros parentes: nenhum que valha a pena citar
Situação financeira da família: Os Osaki tem uma boa situação financeira, sendo considerados já classe alta, mas são constantemente diferenciados ou discriminados (mesmo que seja levemente) pelos outros sangues-puros pelo fato de serem uma família de ofídioglotas e esta não ser uma habilidade muito bem vista.



..:: Descrição Física ::..


Olhos: puxados como é comum nos orientais e castanho escuros
Cabelo: castanho claro, embora ele pinte e varie muito de tons e comprimento de cablo, mas sempre o mantendo repicado e com franja.
Altura: 1,69 de altura
Estrutura do corpo: corpo de aparecia frágil e magrelo, um tanto quanto andrógeno, (se ele se vestisse com roupas femininas seria complicado dizer se Shin é um homem ou uma mulher) frágil e magrelo, Shinya tem a pele clara e os dedos longos finos. Uma figura diferente, que se destacaria mesmo em uma multidão, assim eu poderia definir a aparência dele.
Avatar: Shinya Terashi (baterista do Dir En Grey)



..:: Descrição Psicológica ::..


Personalidade: Shinya é para quem não o conhece, alguém sério calado e recatado. Entre amigos, no entanto ele é bem diferente, sendo muito espontâneo e cheio de vida. É como se ele usasse a frieza como uma máscara perante os pais e outras pessoas que fazem parte da alta sociedade com as quais ele é obrigado a conviver e só a despisse quando estava com os amigos, podendo assim revelar a si mesmo.
Anseios: poder ser feliz com Dai
Medos: que Dai se canse de esperar ele tomar uma atitude contra os pais e a favor dele dois e o abandone, ou que algo de realmente grave aconteça com ele, afinal Dai tem uma saúde tão fraca...



..:: Shiruiki ::..


Teste para escolha da casa (coloque apenas a letra das alternativas escolhidas na ficha)

1. Você vê uma pessoa sendo assaltada. Você...

b) Liga para a polícia. Afinal esse trabalho é deles, não seu.

2. Qual desses itens chama mais a atenção em uma pessoa para você?

a) sabedoria

3. O jogo trouxa que você mais gostaria de jogar é...

b) Xadrez

4. A profissão que mais se adequaria a você no mundo trouxa é...

a) Cientista

5. Se você estivesse sendo procurado por algum motivo, qual seria?

e) Alguém me procurando? Então porque não pergunta para essa pessoa em vez de me fazer perder meu tempo?

Ano:
Quadribol: não
Monitoria: monitor do sexto ano
Vassoura: Firebolt 8
Varinha: marfim, 27 cm, pena de fênix. Boa para feitiços de cura, especialmente.
Animal de Estimação: uma cobra.



..:: Extras ::..


Características Especiais: Osaki’s Family
Características Especiais: Ofidioglota / homossexual
Objeto Mágico: nenhum

“Another History, uma aventura pelo mundo da magia japonesa que vai conquistar você.”
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Shinya Osaki
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Característica Especial : Ofidioglota
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MensagemAssunto: Re: Shinya Osaki   Sex Jan 30, 2009 7:36 am

..:: História ::..

Osaki’s Story


Os Osaki. Uma família de posses e com influência, mas se engana se pensa que por isso a vida de um Osaki é fácil. Essa família de sangue-puro tão antiga rica e vasta sempre sofreu, ao longo dos séculos, discriminação (embora que pouca) das outras famílias por conta da habilidade rara que é a herança de família dos Osaki: a ofidioglossia.

Todo Osaki sabe falar com as cobras e por um bom tempo por isso o nome da família foi fortemente associado às artes das trevas (não que alguns membros da família não tivessem mesmo se envolvido com tal ramo da magia, mas daí a família toda como era associado, era já discriminação), o que não é nada bom para os negócios.

Famílias que tem muito mais a ver com as artes negras como os Himura e os Katani nunca eram associadas a tais artes, mas eles, por conta da habilidade levavam toda a carga.

Era o fardo de ser diferente. Não faria diferença se eles falassem com cobras gatos, ou qualquer bicho que fosse. O preconceito seria o mesmo.

Talvez na verdade os outros tivessem é inveja, afinal um dom tão raro como esse...

Independente dos motivos para tal discriminação, esta existia e isso é que é o foco desse relato. Ainda assim, mesmo contra todas as expectativas, os Osaki ainda mantém grande fortuna e influência, porque afinal há coisas que nem mesmo a discriminação apaga totalmente.

Atualmente, em uma das pontas da árvore genealógica da família, está o nome de Natsuki e Shinya Osaki, os filhos de Rüri e Kenji Osaki, enquanto que em outra ramificação temos o nome da prima de terceiro grau, Hanna Osaki.

Atualmente desses apenas Shinya e Hanna cursam Shiruiki, pois Natsuki já terminou seus estudos faz alguns anos.

Obviamente espera-se que Shinya, ao sair de Shiruiki, continue com a tradição da família e leve o nome Osaki para a próxima geração, mas isso já são planos futuros, então o meu relato sobre os Osaki se encerra aqui.


Shinya’s Story


Quando Shinya nasceu, seus pais comemoraram e muito sua chegada. Shinya era a esperança dos Osaki de que o nome da família não morreria, pois até o momento toda a atual geração de Osakis era composta apenas de mulheres. E por isso mesmo não só os pais, mas toda a vasta família aliviou-se ao saber que agora havia ao menos um Osaki que levaria seu nome para a próxima geração.

Shinya, desde pequeno, foi educado para ser o filho perfeito. Aos cinco anos, ao invés de brincar no jardim, ele tinha aulas de língua estrangeira, e piano. Aprendeu como deveria se comportar perante os outros, aprendeu a desenhar e a pintar. Os pais queriam que ele fosse o melhor filho possível e depositavam toda a carga de ser o futuro administrador da fortuna da família e também a tarefa de manter as tradições, conforma mandava o figurino.

Ninguém, no entanto nunca parou para pensar naquela família se, com toda aquela pressão não podiam estar, na verdade sufocando o garoto. Shinya sempre foi quieto e calado e seu olhar parecia sempre perdido e desinteressado. Poucas coisas realmente atraíam a atenção do pequeno Osaki, mas se você perguntasse tudo o que os pais diziam estava guardado em sua memória.

Um dos passatempos preferidos de Shinya era realmente conversar com as únicas criaturas da casa que o entendiam e não cobravam nada dele: As cobras.

Atrás do grande jardim da mansão Osaki, Havia um bosque, no qual havia vários animais, inclusive as tão familiares cobras. Uma vez que falar com cobras lhe era uma habilidade tão simples como é falar com pessoas, Shinya gostava de passar horas no jardim conversando com as mesmas. Enquanto seus pais não lhe chamavam para outra aula qualquer sobre algum ouro assunto que eles achavam importante que ele aprendesse.

Sim, Shinya era um garoto muito solitário. Isso talvez explique porque ele é tão frio e indiferente com as pessoas que ele não conhece.

Quando recebeu a carta de Shiruiki, aos onze anos, todas as expectativas dos familiares eram de que ele seguisse a tradição e fosse para a casa de Sumeragi.

Porém, algo se intrometeu entre o futuro tão bem planejado dos pais para Shinya e o próprio Shinya. Melhor seria dizer que alguém se intrometeu. E tenho que admitir que essa foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para Shinya, porque a pessoa que estava em seu caminho naquela hora era ninguém menos que Daisuke Himeki.

E graças a um esbarrão e uma troca de olhares, o mundo de Shinya começava a girar de pernas para o ar. Porque naquela hora, quando ele aceitou se entrar na cabine com Daisuke, Toshi, Kyo e Katsuya, ele finalmente começou a se descobrir, a descobrir o verdadeiro Shinya.

Em Shiruiki, Shinya não foi para Sumeragi como os pais queriam. Na verdade ele mesmo ficou satisfeito com o resultado, porque achava mesmo que Zõkori era a casa que mais tinha a ver com ele.

Naquele primeiro ano, Shinya entrou em uma jornada de auto-descobrimento, aprendendo mais sobre si mesmo. Longe da influência dos pais, agora entre amigos ele finalmente tinha espaço para que sua personalidade aflorasse, para perceber quais eram as coisas que ele gostava e o que era importante para ele.

A pessoa que mais fazia essa mudança acontecer era Daisuke. Ele era seu melhor amigo. Mesmo que Katsuya e ele fossem da mesma casa e amigos, não sabia explicar por que, mas tinha uma afinidade muito maior dentre os amigos com Daisuke.

Talvez não fosse mesmo para ter explicação. E, ao fim do semestre, ele já parecia outra pessoa.

Porque agora ele tinha personalidade, não era apenas uma casaca vazia.

E foi nessa época, no feriado de natal, que Dai adoeceu. E pela primeira vez em toda sua vida Shinya teve medo de perder alguém, alguém com quem ele realmente se importava. Nenhum dos amigos sabia dos problemas de saúde do amigo, só ficaram mesmo sabendo quando, ao levá-lo na enfermaria, foram recebidos pelo Sr. Matsumoto, que lamentou o descaso do próprio Daisuke em relação aos cuidados com sua frágil condição.

Shinya passou o natal todo ao lado do amigo, torcendo, rezando para que ele ficasse bem. Naquela hora ele não tinha idéia da extensão dos seus sentimentos por Daisuke, mas já era claro possível notar que era um sentimento diferente de qualquer outro que tivesse sentido antes.

Quando o amigo melhorou e contou sobre suas condições de saúde aos companheiros, naquela hora Shinya prometeu a si mesmo que sempre estaria ali para cuidar de Daisuke. Ele não deixaria que a negligência do próprio amigo o colocasse novamente em perigo como naquela ocasião.

No tempo livre e posteriormente nas férias, as leituras casuais de Shinya agora eram livros de medicina trouxa e bruxa, nos quais ele leu tudo o que podia sobre os problemas de saúde que o amigo tinha (ele tinha descoberto quais eram com o Sr. Matsumoto) e o que ele poderia fazer para ajudar o amigo em situações de emergência. Assim, quando voltou para Shiruiki em seu segundo ano, Shinya já sabia mais sobre os problemas de Daisuke que o próprio e mesmo que esse não gostasse, ele sempre estava cuidando e monitorando para ter certeza de que ele estava bem. Quando ele adoecia, Shin cuidava dele. Se as coisas complicassem ou realmente fossem sérias, ele o levava até a enfermaria, mas como Daisuke era muito teimoso e nunca queria ir, na maior parte das vezes era mesmo Shinya quem resolvia suas crises respiratórias ou cuidava dele quando estava com febre.

E tirando alguns incidentes desse tipo, o segundo ano se passou sem grandes mudanças ou diferenças em sua vida. Nas férias entre o segundo e o terceiro ano, Shinya teve alguns conflitos familiares quando os pais descobriram a sua “associação” com traidores do sangue, mestiços e nascidos trouxas. Os pais não aceitavam que ele tivesse como amigos Toshi, Kyo ou Daisuke. Era inaceitável para eles que um Osaki se misturasse com gente inferior.

Mas Shinya foi contra a família, pela primeira vem em toda sua vida ele foi contra os pais, demonstrou uma opinião diferente da deles para alguma coisa. Rüri e Kanji ficaram horrorizados com isso, afinal onde já se viu? Um filho que desobedecia aos pais? Não, isso era inaceitável!

Mas não houve quem tivesse feito Shinya mudar de idéia quanto aos amigos.

Em seu terceiro ano, ele teve a chance de entrar para o quadribol. Seria claro, um orgulho para os pais se ele entrasse, e no fim ele gostava mesmo de jogar, mas ainda assim Shinya recusou-se a se inscrever. Por quê? Bom, ele sabia que Dai não poderia jogar por conta de seus problemas de saúde e sabia também o quanto o outro gostava do esporte. Com todos s outros amigos querendo entrar para os times, Shinya não gostou de pensar que Dai seria o único a não jogar do grupinho. Ele não queria por nenhum momento que Dai se sentisse só, então resolveu que não iria jogar quadribol. De qualquer jeito Katsuya jogaria pela casa dos dois e já faria uma boa diferença pelo time. Havia outras pessoas talentosas para tentar as vagas. Uma delas era até sua prima em terceiro grau, Hanna Osaki. Ele não falava muito com ela, na verdade ignorava totalmente sua existência. Os parentes há muito lhe eram apenas figuras as quais ele tinha de agüentar, que em nada eram realmente importantes para ele.

No fim do ano, então, Kyo veio com uma idéia: ele queria que eles cinco montasse uma banda. Uma banda? É, sabe uma banda musical... uma dessas idéias loucas que Kyo tinha às vezes...

Mas essa teve a aprovação de Katsuya, um fato assim, quase que inédito. E no fim Shinya acabou por resolver entrar nessa também.

E eles começaram então a pensar em por em prática a idéia. Durante as férias, todos se reuniram na casa de Kyo e por lá começaram a criar músicas, melodias, letras... A parte das letras ficou a cargo de Shinya e Katsuya, porque eles realmente escreviam letras muito melhores que Toshi, Dasuke ou Kyo.

Depois, passaram para a arte da melodia. Toshi ficou encarregado de ser o baixista, porque realmente com os outros instrumentos ele era um desastre! Como Kyo não se deu bem com nenhum instrumento, sobrou para ele os vocais e nisso ao menos ele era muito bom, porque a voz dele alcançava níveis que a voz de nenhum dos outros quatro conseguia. Shinya tinha se dado perfeitamente bem com a bateria e Katsuya e Daisuke tinham um nível bem próximo, os dois se dando muito melhor com as guitarras.

Ok, mas se esqueceram de algo muito importante: e o nome da banda?

Esse foi o mais difícil de todo o trabalho deles, tudo sendo feito nas férias, o que realmente levou as famílias à loucura, principalmente as de Katsuya e Shinya, que eram mais tradicionais e não gostaram muito das companhias que os dois estavam arranjando. Mas isso é outra história que deve ser contada na história desses dois e não aqui. No fim o nome da banda ficou sendo Dir En Grey e nem perguntem, porque depois de tanto tempo procurando um nome esse foi mesmo mais pela sonoridade do que pelo significado.

E no baile do quarto ano, depois de um pedido para o diretor, finalmente eles fizeram sua primeira apresentação. E quer saber? Eles eram bons nisso... Mesmo!

No quarto ano também foi quando Shinya descobriu outra coisa: a real natureza dos seus sentimentos para com Daisuke.

Sabe como é... Uma garota tinha se declarado para ele e o beijado, assim no mais. E Shinya percebeu que não sentia absolutamente nada quando isso aconteceu. Até aí nada demais, o diferente foi quando ele começou a imaginar aquela cena se repetindo, mas com Dai no lugar da menina.

Foi então que ele começou a perceber o que já era mais que óbvio para quem acompanha essa história desde seu primeiro ano. Ele demorou quatro anos para compreender o que sentia pelo amigo adoentado. Eu, a narradora dessa história, umas dez linhas.

O problema era: será que Dai sentia o mesmo? Shinya sabia do que sentia desde o começo do quarto ano, mas não fez absolutamente nada por não saber se uma ação não poderia acabar afastando totalmente Dai de sua vida. E ele preferia remoer esse sentimento sozinho e ter Daisuke ao seu lado do que ver ele se afastar completamente de si.

Tal qual foi sua surpresa quando, no baile, depois da apresentação da banda, Daisuke o chamou para conversar e revelou estar gostando dele. De repente, o mundo inteiro parecia todo cor de rosa, e nada além de Dai lhe importava.

Falou então sobre o que ele mesmo sentia para Dai, expondo seu coração para o outro, com essa declaração se encerrando com o tão imaginado e sonhado beijo. E foi melhor do qualquer sonho, porque era real. Daisuke o amava. Oras, ele não estava sonhando, aquilo realmente estava acontecendo!!

Isso, no entanto era apenas o começo. Porque depois, veio a realidade. Apesar dele não ligar muito para isso, ele vinha de uma família tradicional do mundo mágico e que jamais aceitaria um relacionamento daqueles, nem sequer aceitavam direito a amizade dos dois, imaginem então um namoro!

Shinya convenceu Dai que deveriam, ao menos por enquanto, esconder o relacionamento que tinham, porque ele sabia bem o que a família poderia fazer ao descobrir sobre isso. E as opções não eram nada legais, uma vez que a maioria delas envolvia morte e sofrimento....

No quinto ano, Shinya foi nomeado monitor, o que deixou os pais muito satisfeitos.

Shinya morre de medo que Dai se canse de esperar por ele encontrar uma solução para esse problema. Toda vez que, por algum motivo, os dois brigavam, o medo de Shin era que Dai não voltasse atrás, resolvesse seguir em frente com sua vida e deixá-lo. Cada vez que se reconciliavam, era um tremendo alívio para ele.

Agora em seu sexto ano, Shinya espera que Dai agüente mais um pouco, até que eles terminem os estudos, porque daí, com a maioridade e a independência financeira, seria muito mais simples conseguir enfrentar os familiares.

Veremos então se Dai irá esperar até lá como Shin espera...

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MensagemAssunto: Re: Shinya Osaki   Sex Jan 30, 2009 8:55 am

Ok, liberado, irás para Zõkori, a casa dos sábios...
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MensagemAssunto: Re: Shinya Osaki   

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